É só fazer as contas. Em 2013 volta à 1ª. Divisão. Em 2014,
disputa da Série D. Em 2015, disputa da Série C e Série B em 2016. A Série A
ficaria para 2017. Sonhar não custa nada. Eu aposto no trabalho de Normandes no
Uberaba Sport, entretanto, fico com um pé atrás sempre que o presidente do USC
desaparece. Luiz Humberto Borges é um presidente muito distante do clube.
Podem falar que ele não entende de futebol, mas o USC é,
sobretudo, um time de futebol. Não faz sentido deixar os sumiços e omissões de
Luiz Humberto Borges.
América Mineiro ainda líder da Série B do Campeonato Brasileiro
sofre com o assédio dos clubes da Série A a seus jogadores. Alessandro, Neneca,
Rodriguinho e Fábio Júnior são dois dos
mais procurados.
O Boa de Varginha enfrenta o Joinville neste sábado. Na 6ª. posição,
o Boa é um dos clubes para quem chegar a Série A do Brasileiro não é sonho
impossível. Ao contrário do Ipatinga que
contrata, contrata e não ganha nada. O Boa demitiu três e, depois disso, subiu
na tabela de classificação.
O Brasil classificou-se para a final do Sub 20
Sul-Americano. Nos pênaltis diante do Uruguai venceu por 13 a 12. Disputa de
pênalti tão acirrada assim só me lembrava de uma em Araxá. O USC perdeu. Deve
ter ficado uns 10 a 9. Lembro-me de Valter Lobão e Lobinho no USC. Deve ter
sido lá pelo idos de 1990.
A jiripoca que é um peixe piou na reunião da diretoria e do
Conselho Deliberativo no Ninho dos Periquitos em Uberlândia. Conselheiros e
dirigentes cobraram muitas informações do ex-presidente Evérton Magalhães sobre
a vida financeira do clube, inclusive o contrato com o Bretas. Depois da
reunião, Evérton decidiu deixar o time. . Evérton entregou toda a documentação do
“Craques do Futuro”, relativa às categorias de base.
Surpreendi-me outro dia na reunião que definiu o futuro do Naça
com as cobranças quanto aos direitos federativos de jogadores. Antes de meter a
mão no bolso, muita gente quis saber sobre como segurar os garotos do
alvinegro. Não teria problema nenhum se o Naça, a exemplo do Uberlândia,
tivesse um programa “Craques do Futuro”. Coisa chata isso, cheira a
desconfiança.
Maurílio Passini, futuro treinador do Uberaba Sport, já tem
passagem pelo Triângulo. Dirigiu o Araguari em Unitri. Isso não me faz mudar de
opinião quanto à necessidade de dar ao treinador condições verdadeiras de
trabalho. O que faltou até mesmo no Campeonato Mineiro do Módulo I este ano.
O Naça caiu de quatro em
Ribeirão Preto em amistoso disputado ontem. O resultado ruim, mas perfeitamente
aceitável já que o alvinegro contou praticamente com a equipe de juniores,
campeã da cidade. Ipuã e Evérton não jogaram. Repito. A fase é de acertos e
nela os resultados ruins podem muito ajudar do que atrapalhar. Basta saber com
o técnico Luiz Alberto vai trabalhar isso com a garotada.
Mesmo com este paradão antes da estreia na Taça Minas, o Villa
Nova faz um trabalho interessante. O mascote do time visita as escolas, falando
à criançada sobre um dos clubes mais tradicionais de Minas Gerais. É por aí que
se cativa os pequenos torcedores.
Reflexão. A escolha do time de futebol é como casamento: na
alegria e na tristeza. Você se apaixona pelo clube, geralmente em uma época de
muitas alegrias e grandes ídolos. Mas os ídolos passam. Quem como o Guilherme
Filmiano se apaixonou pelo Flamengo de Zico, Leandro, Júnior e cia., mesmo que só por ouvir falar, agora apenas
suporta Muralha, Camacho, Bottinelli,
Deivid e cia. Apaixonei-me pelo Fluminense de Rivelino, Carlos Alberto Silva,
Pintinho. Curti a dupla Washington e Assis, mas amarguei anos e anos de
ostracismo com jogadores que nem do nome lembro.
O técnico Zezito será o treinador do Valeriodoce de Itabira na
Terceirona. O Valério aposta na base. Na
base da Caldense onde buscou 7 jogadores.
Obina pode voltar ao Palmeiras. Com Barcos e Obina o Verdão vai precisar de
mais um Marcos Assunção.
Que bom que dirigentes de Uberaba e Nacional já admitem um
clássico antes do início da Terceirona e da Taça Minas Gerais. Acho que só precisam
arrumar um tempero. Algo que faça do amistoso mais que um simples jogo de
futebol.
A poesia e a música nada mais são do que uma forma de dizer a
verdade sem chocar a sociedade.