Buemba! Buemba! Macaco Simão urgente! As coisas andam se repetindo com tanta frequência que não tenho mais dúvidas: ESTOU FAZENDO HORA EXTRA NA TERRA.
Besteirices à parte. Vocês já notaram como as coisas andam se repetindo. Quantas vezes vimos na TV a pertunta marcante: QUEM MATOU NÃO SEI QUEM. As novelas da Globo já não dão mais para assistir. As manchetes dos jornais também não mudam muito. No rádio, aquelas mesmas histórias de sempre.
Mas não é só na imprensa. O Uberaba Sport está prestes a cometer o mesmo erro do Nacional. Senão vejamos. O Naça tinha um trabalho para quatro anos, um projeto. Aí pintou um dinheirinho a mais. Jogou de lado o projeto dos meninos, gastou a grana com jogadores meia-boca e perdeu a classificação. Hoje o Naça não tem projeto e continua na terceirona, devendo, certamente, um pouco mais.
No Uberaba Sport, a coisa não é diferente. Estão prestes a jogar fora todo o trabalho de Normandes e Passini por conta de uns trocados de patrocinadores. Corre-se o risco de o time cometer os mesmos erros do passado. Crescer de fora para dentro, quando o melhor projeto, o projeto que colocou o time entre os melhores do país, começou de dentro para fora, com Pedro Walter Barbosa no final da década de 70.
Agora, o maior erro de todos é a incapacidade dos dirigentes de trabalharem em conjunto, como se fosse uma equipe. Por que para o Ernani, entrar o Normandes e o Passini têm que sair? Não seria a hora de sentar, compor, buscar uma solução conjunta.
De mais a mais, o presidente do Uberaba Sport Club bem que poderia contratar um motorista. Deu entrevista a emissora de rádio esta semana, reclamando de ter dirigido horas e horas a serviço do clube. E olha que ele se acha um grande administrador. Se fosse tão bom assim certamente andaria de avião, ou, no mínimo, teria um motorista.
Além disso, na mesma entrevista disse que não é homem de abrir sorrisos e conversar com os torcedores. É "homem de administração". Acho que estou mesmo muito velho. Por que desde que me entendo por gente, futebol se joga para a torcida. O torcedor, mais do que qualquer outra coisa é a razão de ser do futebol.
Mas a sandice não é apenas local não. Vi o Galvão Bueno e seus amigos criticarem o fato do presidente da CBF, José Maria Marin, ter demitido o Mano Menezes. Para eles, Marin jogou para a torcida. E que mal há nisso? Futebol se joga para a torcida. Mano não convenceu e por isso perdeu o cargo.
Futebol tanto é para a torcida que alguns jogadores renovam e inovam no visual, apenas para aparecerem e serem identificados pelos torcedores de forma mais rápida. Se são ruins são logo taxados por mascarados e não duram muito na profissão. Se são bons, lançam moda e ficam no coração e na cara do torcedor.
Mas, voltando aos comentários do presidente do USC, nota-se que eles está desgastado. Certamente, sem o apoio do prefeito eleito, não conseguirá trazer para o USC os mesmos patrocinadores de outrora. Podia, aproveitar a oportunidade e pedir para sair. Mesmo porque reclamou de estar há sete no cargo. Luiz Humberto, você não nasceu presidente e, se sair, o clube não ficará acéfalo. Pode ser até um bom momento para renovação, já que todo o trabalho realizado até aqui foi ou deve ser perdido, caso se confirme as mudanças anunciadas na diretoria.
Ah! Tem a grana do novo Centro de Treinamento. Esse dinheiro, foi conseguido pelo prefeito eleito. Talvez ele tenha interesse em acompanhar mais de perto a sua utilização.
Joelmir Beting criou a expressão "GOL DE PLACA". Marcou muitos no jornalismo. Poderia ter ficado mais entre nós. Felipão pisou na bola ao insinuar que no Banco do Brasil não se trabalha sobre pressão. Deve ter se inspirado em um ou outro conhecido. Agora, pensando bem, os bancos, em geral, têm alguns esquemas interessantes. Duvida? Experimente fazer uma assinatura da editora Abril com débito em conta...
De Primeira
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
É hora dos comentaristas e jornalistas mostrarem que podem ajudar o USC
Liguei o rádio outro dia em uma das emissoras da cidade e fiquei feliz em saber que as equipes esportivas estão completas. Ninguém antecipou as férias de fim de ano e os responsáveis por formar opinião sobre o futebol de Uberaba estão a postos.
Nos últimos anos pude acompanhar um verdadeiro lavar de mãos dos comentaristas esportivos na hora da montagem do time. Muitos deles vão no oba-oba de dirigentes, desinformados e acabam ratificando contratações mal feitas.
Pois bem pessoal. Acho que esta hora é a melhor hora de colocar as manguinhas de fora. Dizer que esta contratação ou aquela não serviu. Que os dirigentes contrataram mais de cinqüenta jogadores e não se aproveitou onze, depois que o campeonato termina, que o time é rebaixado, ou não se classifica para a divisão de elite (como é o caso do USC este ano) é muito fácil.
A imprensa pode dar sim ao torcedor uma grande contribuição para o time fazer sucesso na próxima competição e a hora é agora. É hora de esmiuçar currículos, varrer a internet à procura de aprovações e desaprovações de certas contratações. Tentar esmiuçar contratos, vencimentos, cláusulas e até mesmo ajudar os times a conferirem se os atletas têm ou não pendências na Federação Mineira de Futebol para evitar fiasco, como o vivido pelo Nacional na sua volta ao futebol profissional este ano.
Acompanhar de perto os testes físicos, ouvir a opinião de profissionais especializados sobre as condições deste ou daquele atleta.
Um bom exemplo disso foi vivido em 2009. Convictos de que dinheiro é o que interessa, coleguinhas da imprensa, dirigentes do USC e torcedores embarcaram na onda de Michael Robin. O homem poderia até ter as chaves da casa da moeda, ao que consta não economizava na hora de usar o cartão de crédito, inclusive, com boas rodadas de cerveja aos cronistas, mas no final ficou mais do que provado: era louco de pedra e mal sabia quantos lados tinha uma bola.
Tenho um amigo super a favor da fusão de Uberaba e Nacional. Eu sou contra. Mesmo porque um time é rico, o outro pobre. Mas sou a favor da união dos dois. Ora, o péssimo calendário do futebol mineiro pode ser aliado do futebol de Uberaba. Se o Naça tem algum jogador que pode interessar ao USC, por que não emprestá-lo ao colorado, num acordo de cavalheiros ou não, propondo que o mesmo aconteça quando o Alvinegro for disputar a terceirona em 2013.
Os dois clubes são adversários, são rivais, mas dentro de campo. Fora dele, o negócio é outro. Eles podem se ajudar. Lembro que uma determinava empresa de comunicação em Uberaba estava à banca rota há alguns anos. O concorrente, ao contrário de jogar uma pá de cal sobre a empresa em dificuldades, preferiu ajudá-la a se reerguer. Se isso é possível entre empresas concorrentes, por que não entre clubes concorrentes?
No mais, o Brasil bateu a Argentina no confronto da América. Ganhar da Argentina é mais que bom. S e foi nos pênaltis, depois de um jogo sofrido, melhor ainda. É! Tudo muito bom, mas cabe uma pergunta. E cadê o brilho do futebol brasileiro? Talvez isso possa explicar o comentário do professor Coelho na coluna anterior. Faltou brilho ao Fluminense no Campeonato Brasileiro e a derrota para o time horrível ( me perdoe professor) do Cruzeiro foi a maior prova disso. Talvez , ambas as faltas de brilho, sejam justificadas por Thiago Neves. Ele pode ser até importante, mas, com raras exceções brilha no Flu, e, na Seleção, jogou um futebol simplesmente medíocre.
www.blogfilmiano.blogspot.com
Nos últimos anos pude acompanhar um verdadeiro lavar de mãos dos comentaristas esportivos na hora da montagem do time. Muitos deles vão no oba-oba de dirigentes, desinformados e acabam ratificando contratações mal feitas.
Pois bem pessoal. Acho que esta hora é a melhor hora de colocar as manguinhas de fora. Dizer que esta contratação ou aquela não serviu. Que os dirigentes contrataram mais de cinqüenta jogadores e não se aproveitou onze, depois que o campeonato termina, que o time é rebaixado, ou não se classifica para a divisão de elite (como é o caso do USC este ano) é muito fácil.
A imprensa pode dar sim ao torcedor uma grande contribuição para o time fazer sucesso na próxima competição e a hora é agora. É hora de esmiuçar currículos, varrer a internet à procura de aprovações e desaprovações de certas contratações. Tentar esmiuçar contratos, vencimentos, cláusulas e até mesmo ajudar os times a conferirem se os atletas têm ou não pendências na Federação Mineira de Futebol para evitar fiasco, como o vivido pelo Nacional na sua volta ao futebol profissional este ano.
Acompanhar de perto os testes físicos, ouvir a opinião de profissionais especializados sobre as condições deste ou daquele atleta.
Um bom exemplo disso foi vivido em 2009. Convictos de que dinheiro é o que interessa, coleguinhas da imprensa, dirigentes do USC e torcedores embarcaram na onda de Michael Robin. O homem poderia até ter as chaves da casa da moeda, ao que consta não economizava na hora de usar o cartão de crédito, inclusive, com boas rodadas de cerveja aos cronistas, mas no final ficou mais do que provado: era louco de pedra e mal sabia quantos lados tinha uma bola.
Tenho um amigo super a favor da fusão de Uberaba e Nacional. Eu sou contra. Mesmo porque um time é rico, o outro pobre. Mas sou a favor da união dos dois. Ora, o péssimo calendário do futebol mineiro pode ser aliado do futebol de Uberaba. Se o Naça tem algum jogador que pode interessar ao USC, por que não emprestá-lo ao colorado, num acordo de cavalheiros ou não, propondo que o mesmo aconteça quando o Alvinegro for disputar a terceirona em 2013.
Os dois clubes são adversários, são rivais, mas dentro de campo. Fora dele, o negócio é outro. Eles podem se ajudar. Lembro que uma determinava empresa de comunicação em Uberaba estava à banca rota há alguns anos. O concorrente, ao contrário de jogar uma pá de cal sobre a empresa em dificuldades, preferiu ajudá-la a se reerguer. Se isso é possível entre empresas concorrentes, por que não entre clubes concorrentes?
No mais, o Brasil bateu a Argentina no confronto da América. Ganhar da Argentina é mais que bom. S e foi nos pênaltis, depois de um jogo sofrido, melhor ainda. É! Tudo muito bom, mas cabe uma pergunta. E cadê o brilho do futebol brasileiro? Talvez isso possa explicar o comentário do professor Coelho na coluna anterior. Faltou brilho ao Fluminense no Campeonato Brasileiro e a derrota para o time horrível ( me perdoe professor) do Cruzeiro foi a maior prova disso. Talvez , ambas as faltas de brilho, sejam justificadas por Thiago Neves. Ele pode ser até importante, mas, com raras exceções brilha no Flu, e, na Seleção, jogou um futebol simplesmente medíocre.
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quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Deuses do futebol não perdoam os infiéis. E se o Palmeiras comprasse a vaga da Portuguesa?
Os deuses do futebol deveriam ter escrito em tábua sagrada do esporte em letras garrafais: SÓ É POSSÍVEL TORCER PARA UM TIME DE FUTEBOL. O problema é que acontecem os campeonatos regionais. Aí não é difícil ver gente dizendo que torce para o Fluminense, no Rio; o Palmeiras, em São Paulo; o Grêmio, no Rio Grande do Sul; o Cruzeiro, em Minas.
Claro que dependendo da pessoa poderia ser o Galo, em Minas; o Timão ou o Peixe em São Paulo; o Inter em Porto Alegre ou Mengão, o Vasco ou o Botafogo no Rio. Há quem tenha também um time na Bahia: Rubronegro ou Tricolor. No Paraná, da mesma forma: Coxa ou Furacão? Na relação dos menos cotados certamente estão Portuguesa, Paraná Clube, Flu de Feira, Guarani, Ponte, Méquinha (o Coelho de Minas) e etc.
Mas a infidelidade, quando o assunto é clube de futebol, pode ter seus problemas. No final de semana passado por exemplo, foi obrigado a ficar dividido entre comemorar a conquista do Flusão ou chorar o rebaixamento iminente do Palmeiras. E como Mineiro fiquei triste com a impossibilidade do Galo chegar a seu segundo título, o que aliás seria muito bom para o futebol de Minas Gerais.
Como Tricolor, no Rio Grande do Sul, o adeus do Grêmio também não foi muito bem vindo, mas convenhamos, o pior mesmo foi o iminente rebaixamento do Verdão. Tá certo que ainda tenho uma esperança: o Palmeiras bem que poderia comprar a vaga da Portuguesa.
Já que tudo anda rolando em torno de grana mesmo por que não? A Lusa se dá bem na segundona, lugar de onde o Palmeiras quer distância. Então, por que não uma proposta neste sentido. Pode ser um bom negócio para os dois times. Uma fusão entre os dois clubes também serviria para sacudir os bastidores do futebol. Coisas pra se pensar: já pensou? O Palmeiras junto com a Lusa poderia virar tricolor. Já nasceria com cores de campeão.
Mas, viajadas à parte, o Fluminense sobrou no futebol brasileiro. Acho que bem mais pela sorte em alguns casos, pela regularidade em outros e também a ajuda da arbitragem do que por um futebol vistoso. Fred, Cavalieri, Wellington Nem e Deco brilharam no Flu, mas acho que ainda faltou alguma coisa. Resultados à parte, o melhor futebol foi do Galo no 3 a 2 contra o Fluminense ou do Santos, no mesmo 3 a 2 contra o Atlético, ou nos 4 a 0 contra o Cruzeiro, quando até os cruzeirenses reverenciaram Neymar.
Regular por regular ou futebol solidário por futebol solidário, o Corinthians também mostrou seu brilhantismo. É com este futebol que o Timão espera conquistar o título de Campeão Mundial. Tomara!!!!!
O pessoal da crônica esportiva nacional, valorizando o produto deles, consideram o Campeonato Brasileiro o melhor de todos os tempos. Pode até ser, mas ainda estamos carentes de craques. Brasileiro, brasileiro mesmo tiramos dois ou três destaques Neymar, Bernard e Wellington Nem. Parece-me pouco. Também, valorizaram demais os estrangeiros. Seedorf, Montillo e Furlan, pra falar dos mais famosos, foram um fiasco.
Talvez a saída para termos um campeonato ainda melhor em 2013, seja o investimento nas outras divisões e nos clubes do interior no futebol regional. A CBF precisa pensar nisso para o bem do nosso futebol.
Por aqui, ouvi dizer outro dia que o bonzinho Marcelo Araxá estava arrumando emprego para jogadores do Nacional no futebol do Mato Grosso. Ora, se ele é tão bonzinho não poderia levar os jogadores para o Araxá, na disputa da 1ª. Divisão do Mineiro?
O tempo passa e a diretoria do USC não muda. Continuam comendo chuchu e arrotando caviar. Os mesmos erros de sempre. Uma pena!!!.
Claro que dependendo da pessoa poderia ser o Galo, em Minas; o Timão ou o Peixe em São Paulo; o Inter em Porto Alegre ou Mengão, o Vasco ou o Botafogo no Rio. Há quem tenha também um time na Bahia: Rubronegro ou Tricolor. No Paraná, da mesma forma: Coxa ou Furacão? Na relação dos menos cotados certamente estão Portuguesa, Paraná Clube, Flu de Feira, Guarani, Ponte, Méquinha (o Coelho de Minas) e etc.
Mas a infidelidade, quando o assunto é clube de futebol, pode ter seus problemas. No final de semana passado por exemplo, foi obrigado a ficar dividido entre comemorar a conquista do Flusão ou chorar o rebaixamento iminente do Palmeiras. E como Mineiro fiquei triste com a impossibilidade do Galo chegar a seu segundo título, o que aliás seria muito bom para o futebol de Minas Gerais.
Como Tricolor, no Rio Grande do Sul, o adeus do Grêmio também não foi muito bem vindo, mas convenhamos, o pior mesmo foi o iminente rebaixamento do Verdão. Tá certo que ainda tenho uma esperança: o Palmeiras bem que poderia comprar a vaga da Portuguesa.
Já que tudo anda rolando em torno de grana mesmo por que não? A Lusa se dá bem na segundona, lugar de onde o Palmeiras quer distância. Então, por que não uma proposta neste sentido. Pode ser um bom negócio para os dois times. Uma fusão entre os dois clubes também serviria para sacudir os bastidores do futebol. Coisas pra se pensar: já pensou? O Palmeiras junto com a Lusa poderia virar tricolor. Já nasceria com cores de campeão.
Mas, viajadas à parte, o Fluminense sobrou no futebol brasileiro. Acho que bem mais pela sorte em alguns casos, pela regularidade em outros e também a ajuda da arbitragem do que por um futebol vistoso. Fred, Cavalieri, Wellington Nem e Deco brilharam no Flu, mas acho que ainda faltou alguma coisa. Resultados à parte, o melhor futebol foi do Galo no 3 a 2 contra o Fluminense ou do Santos, no mesmo 3 a 2 contra o Atlético, ou nos 4 a 0 contra o Cruzeiro, quando até os cruzeirenses reverenciaram Neymar.
Regular por regular ou futebol solidário por futebol solidário, o Corinthians também mostrou seu brilhantismo. É com este futebol que o Timão espera conquistar o título de Campeão Mundial. Tomara!!!!!
O pessoal da crônica esportiva nacional, valorizando o produto deles, consideram o Campeonato Brasileiro o melhor de todos os tempos. Pode até ser, mas ainda estamos carentes de craques. Brasileiro, brasileiro mesmo tiramos dois ou três destaques Neymar, Bernard e Wellington Nem. Parece-me pouco. Também, valorizaram demais os estrangeiros. Seedorf, Montillo e Furlan, pra falar dos mais famosos, foram um fiasco.
Talvez a saída para termos um campeonato ainda melhor em 2013, seja o investimento nas outras divisões e nos clubes do interior no futebol regional. A CBF precisa pensar nisso para o bem do nosso futebol.
Por aqui, ouvi dizer outro dia que o bonzinho Marcelo Araxá estava arrumando emprego para jogadores do Nacional no futebol do Mato Grosso. Ora, se ele é tão bonzinho não poderia levar os jogadores para o Araxá, na disputa da 1ª. Divisão do Mineiro?
O tempo passa e a diretoria do USC não muda. Continuam comendo chuchu e arrotando caviar. Os mesmos erros de sempre. Uma pena!!!.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Quem roeu o osso, merece provar da carne
Buemba! Buemba!O futebol de Uberaba fecha para balanço. Como já era esperado, o Nacional ficou fora das finais da Terceirona. O Alvinegro deu mole nos jogos dentro de casa e perdeu a classificação no Uberabão.
Por falar no maior elefante branco de Uberaba, creio que descobri o porquê de o gramado do Estádio estar tão ruim. Plantaram a grama errada. Ao invés de bermuda, plantaram minissaia. Aí ficou aparecendo a calcinha, o bumbum ali... Moral da história. Tá feia a coisa. Tomara que as chuvas de dezembro dêem, caso contrário vão ter que usar a tática AA de plantar grama: asfaltam o Uberabão e jogam a grama por cima. Quero ver alguém reclamar que tem buraco.
Mas voltando ao Elefante e ao Zebu, o balanço, apesar dos pesares é positivo. O primeiro conseguiu voltar a disputar uma competição oficial depois de muitos anos e olha, comparando com o público das outras equipes, até que o Nacional não foi tão mal assim.
O Zebu ressurgiu das cinzas. Depois do fiasco do Mineiro e o vexame do rebaixamento. O time, se a diretoria não fizer besteira, já tem uma base para o Módulo II em 2012. O meu medo é que no USC as mudanças acontecem abruptamente. Prá jogarem fora todo o trabalho realizado pouco custa.
De qualquer forma o Naça já tem no mínimo oito jogadores para emprestar a outras equipes e o USC pelo menos o mesmo número para o Módulo II em 2013. O melhor de tudo é que o colorado não ficou parado, a exemplo de 2011 e parte deste trabalho servirá e será muito importante em 2012.
Falam na volta do Ernani. Se for para somar que seja bem vindo. O que não dá é para colocar em prática o jeito Ernani de ser, sem levar em conta o trabalho realizado pelo Normandes, Passini e cia. O Nacional reclamou de falta de comprometimento dos dirigentes. Creio que no USC a coisa é da mesma forma. Então, quanto mais pessoas comprometidas melhor.
Por outro lado, é bom também apontar alguns erros. O Nacional errou ao demitir Luiz Alberto Medina. Naquele momento, não havia razão para demitir. A diretoria queimou o filme com o treinador, principal responsável pela volta do time ao profissional. Errou ao contratar e ao demitir o Felipe Nogueira. Ao contratar, porque Felipe é do tipo que força a barra e tem costas quentes. Ao demitir porque demitiu no momento em que o jogador poderia ser útil. Fatou cabeça!!!
A pior de todas foi a contratação do Alemão. Mais um bonde na história do futebol de Uberaba. Aquelas contratações que não somam nada. O cara só vem come, dorme e vai embora. Fica a lição. Para contratar é preciso avaliar as condições físicas de qualquer jogador. Ficou também a lição de que é necessário verificar eventuais pendências na Federação e nos tribunais antes de colocar qualquer jogador em campo.
Prá terminar espero que a ingratidão não seja mais uma vez vivida no futebol de Uberaba. Passini e Normandes roeram o osso. É sensato que eles possam experimentar da carne. Talvez até nem consigam colocar o USC de volta ao Módulo I, entretanto, fizeram um trabalho sério, com condições mínimas e merecem oportunidades melhores.
www.blogfilmiano.blogspot.com
Por falar no maior elefante branco de Uberaba, creio que descobri o porquê de o gramado do Estádio estar tão ruim. Plantaram a grama errada. Ao invés de bermuda, plantaram minissaia. Aí ficou aparecendo a calcinha, o bumbum ali... Moral da história. Tá feia a coisa. Tomara que as chuvas de dezembro dêem, caso contrário vão ter que usar a tática AA de plantar grama: asfaltam o Uberabão e jogam a grama por cima. Quero ver alguém reclamar que tem buraco.
Mas voltando ao Elefante e ao Zebu, o balanço, apesar dos pesares é positivo. O primeiro conseguiu voltar a disputar uma competição oficial depois de muitos anos e olha, comparando com o público das outras equipes, até que o Nacional não foi tão mal assim.
O Zebu ressurgiu das cinzas. Depois do fiasco do Mineiro e o vexame do rebaixamento. O time, se a diretoria não fizer besteira, já tem uma base para o Módulo II em 2012. O meu medo é que no USC as mudanças acontecem abruptamente. Prá jogarem fora todo o trabalho realizado pouco custa.
De qualquer forma o Naça já tem no mínimo oito jogadores para emprestar a outras equipes e o USC pelo menos o mesmo número para o Módulo II em 2013. O melhor de tudo é que o colorado não ficou parado, a exemplo de 2011 e parte deste trabalho servirá e será muito importante em 2012.
Falam na volta do Ernani. Se for para somar que seja bem vindo. O que não dá é para colocar em prática o jeito Ernani de ser, sem levar em conta o trabalho realizado pelo Normandes, Passini e cia. O Nacional reclamou de falta de comprometimento dos dirigentes. Creio que no USC a coisa é da mesma forma. Então, quanto mais pessoas comprometidas melhor.
Por outro lado, é bom também apontar alguns erros. O Nacional errou ao demitir Luiz Alberto Medina. Naquele momento, não havia razão para demitir. A diretoria queimou o filme com o treinador, principal responsável pela volta do time ao profissional. Errou ao contratar e ao demitir o Felipe Nogueira. Ao contratar, porque Felipe é do tipo que força a barra e tem costas quentes. Ao demitir porque demitiu no momento em que o jogador poderia ser útil. Fatou cabeça!!!
A pior de todas foi a contratação do Alemão. Mais um bonde na história do futebol de Uberaba. Aquelas contratações que não somam nada. O cara só vem come, dorme e vai embora. Fica a lição. Para contratar é preciso avaliar as condições físicas de qualquer jogador. Ficou também a lição de que é necessário verificar eventuais pendências na Federação e nos tribunais antes de colocar qualquer jogador em campo.
Prá terminar espero que a ingratidão não seja mais uma vez vivida no futebol de Uberaba. Passini e Normandes roeram o osso. É sensato que eles possam experimentar da carne. Talvez até nem consigam colocar o USC de volta ao Módulo I, entretanto, fizeram um trabalho sério, com condições mínimas e merecem oportunidades melhores.
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
PRÁ MIM A VACA DO NAÇA JÁ FOI PRO BREJO HÁ MUITO TEMPO
Buemba! Buemba! Macaco Simão urgente! Os torcedores do Naça me perdoem, mas acho que qualquer iniciativa dos colegas de imprensa de dar esperança aos alvinegros é brincar com os sentimentos alheios. Não dá mais para classificar, o trabalho de um ano está perdido e talvez fosse até bom considerar o jogo de domingo contra o Valério como um simples amistoso.
Duvido que a já classificada Esportiva de Guaxupé vá entrar em campo com disposição para vencer o Minas em Sete Lagoas em partida decisiva para a equipe local. O Nacional até pode vencer o Valério , mas, me perdoem, perdeu a classificação nas partidas em Uberaba contra o próprio time de Itabira, no Uberabão, e, é lógico, diante da Esportiva também no Engenheiro João Guido.
Podem até dizer que Balduíno e Thiago Carvalho fizeram muita falta contra o time de Guaxupé e, a ausência deles, foi o fator preponderante para a derrota acachapante no Uberabão, entretanto, um time de futebol não é feito só de onze jogadores. Situações como estas deveriam ser previstas, bem antes do início da competição.
Bom... Depois do desastre do Guaxupé veio à caça às bruxas. Os culpados foram jogadores bradou uns. Não a culpa é do treinador e do gerente de futebol que, neste caso, são as mesmas pessoas justificaram outros. Foram unânimes em isentar o presidente Salem de qualquer culpabilidade. Por que isso?
O presidente do Nacional é culpado sim! A diretoria do Nacional é culpada sim. Aliás, a culpa é da diretoria. Gente, o futebol de Uberaba vem sofrendo do mesmo mal há anos e poucos se dão conta disso. Ao buscar jogadores de fora, nossos times estão só encolhendo. De tanto dar murro em ponta de faca, o USC já perdeu Boulanger Pucci e o Nacional, se não amarrar as calças, vai acabar no mesmo caminho.
Nosso futebol precisa de um projeto a longo prazo. O Nacional até ensaiou isso com Luiz e Pedrinho Medina, mas abortou a idéia nos primeiros contratempos. É preciso crescer sim, mas de dentro prá fora. O inchaço com a contratação de jogadores de outras localidades, de primeira ou segunda divisão pode até levar a um resultado positivo num primeiro ou segundo ano, mas fatalmente levará a prejuízos no futuro.
Se quer o Nacional voltar a ser um time de futebol de primeira divisão e voltar com estrutura para permanecer entre os melhores de Minas, precisa investir na base. Criar um projeto estruturado para base, criar novos centros de treinamento, realizar um trabalho no qual o time de futebol profissional seja a consequência e não a razão de ser do clube.
O Uberaba Sport também deu adeus a qualquer chance na Taça Minas. Houve até quem comemorasse a possibilidade de o Nacional ser matematicamente desclassificado antes do próprio colorado. Tolice. O USC deve sim comemorar ter disputado a Taça Minas sem ter sido saco de pancada de ninguém. Perdeu sim. Mas de um a zero, dois a um, dando trabalho aos adversários, alguns bem mais estruturados. Saiu ganhando pois abriu horizontes para o Módulo II em 2013.
Também na hora do balanço final, vejo muita gente disso que no time do USC tem um ou dois jogadores que podem ser utilizados no Módulo II. Nunca vi tamanha bobagem. Os melhores jogadores do Estado estarão na primeira divisão em Minas, São Paulo, Goiás, Mato Grosso. Os que sobrarem por melhores que sejam não terão nível técnico e físico muito diferente dos jogadores que disputaram a Taça Minas pelo USC. É melhor o colorado manter o máximo possível destes jogadores, fechar o grupo e trabalhar firme. Este é a forma mais prática e razoável para voltar a figurar entre os maiores times do Estado.
Uberaba perdeu um dos grandes conhecedores dos bastidores e da burocracia do futebol. José Humberto Moraes não deve ser lembrado como um super presidente do Nacional, mesmo porque ele não o foi. Deve ser lembrado sim pelo bons serviços prestados ao USC, enquanto secretário e brço direito do Nenê Mamá. Bons serviços que ingualmente prestou ao Nacional, como funcionário e como presidente. E, enfim, deve ser lembrado como pessoa que nunca se furtou de dar uma resposta quando questionado, mesmo que o que tivesse para dizer não fosse uma boa notícia. Ouso dizer que o Zé se foi sem nunca ter recebido o devido valor tanto dos clubes onde trabalhou, como da crítica.
Duvido que a já classificada Esportiva de Guaxupé vá entrar em campo com disposição para vencer o Minas em Sete Lagoas em partida decisiva para a equipe local. O Nacional até pode vencer o Valério , mas, me perdoem, perdeu a classificação nas partidas em Uberaba contra o próprio time de Itabira, no Uberabão, e, é lógico, diante da Esportiva também no Engenheiro João Guido.
Podem até dizer que Balduíno e Thiago Carvalho fizeram muita falta contra o time de Guaxupé e, a ausência deles, foi o fator preponderante para a derrota acachapante no Uberabão, entretanto, um time de futebol não é feito só de onze jogadores. Situações como estas deveriam ser previstas, bem antes do início da competição.
Bom... Depois do desastre do Guaxupé veio à caça às bruxas. Os culpados foram jogadores bradou uns. Não a culpa é do treinador e do gerente de futebol que, neste caso, são as mesmas pessoas justificaram outros. Foram unânimes em isentar o presidente Salem de qualquer culpabilidade. Por que isso?
O presidente do Nacional é culpado sim! A diretoria do Nacional é culpada sim. Aliás, a culpa é da diretoria. Gente, o futebol de Uberaba vem sofrendo do mesmo mal há anos e poucos se dão conta disso. Ao buscar jogadores de fora, nossos times estão só encolhendo. De tanto dar murro em ponta de faca, o USC já perdeu Boulanger Pucci e o Nacional, se não amarrar as calças, vai acabar no mesmo caminho.
Nosso futebol precisa de um projeto a longo prazo. O Nacional até ensaiou isso com Luiz e Pedrinho Medina, mas abortou a idéia nos primeiros contratempos. É preciso crescer sim, mas de dentro prá fora. O inchaço com a contratação de jogadores de outras localidades, de primeira ou segunda divisão pode até levar a um resultado positivo num primeiro ou segundo ano, mas fatalmente levará a prejuízos no futuro.
Se quer o Nacional voltar a ser um time de futebol de primeira divisão e voltar com estrutura para permanecer entre os melhores de Minas, precisa investir na base. Criar um projeto estruturado para base, criar novos centros de treinamento, realizar um trabalho no qual o time de futebol profissional seja a consequência e não a razão de ser do clube.
O Uberaba Sport também deu adeus a qualquer chance na Taça Minas. Houve até quem comemorasse a possibilidade de o Nacional ser matematicamente desclassificado antes do próprio colorado. Tolice. O USC deve sim comemorar ter disputado a Taça Minas sem ter sido saco de pancada de ninguém. Perdeu sim. Mas de um a zero, dois a um, dando trabalho aos adversários, alguns bem mais estruturados. Saiu ganhando pois abriu horizontes para o Módulo II em 2013.
Também na hora do balanço final, vejo muita gente disso que no time do USC tem um ou dois jogadores que podem ser utilizados no Módulo II. Nunca vi tamanha bobagem. Os melhores jogadores do Estado estarão na primeira divisão em Minas, São Paulo, Goiás, Mato Grosso. Os que sobrarem por melhores que sejam não terão nível técnico e físico muito diferente dos jogadores que disputaram a Taça Minas pelo USC. É melhor o colorado manter o máximo possível destes jogadores, fechar o grupo e trabalhar firme. Este é a forma mais prática e razoável para voltar a figurar entre os maiores times do Estado.
Uberaba perdeu um dos grandes conhecedores dos bastidores e da burocracia do futebol. José Humberto Moraes não deve ser lembrado como um super presidente do Nacional, mesmo porque ele não o foi. Deve ser lembrado sim pelo bons serviços prestados ao USC, enquanto secretário e brço direito do Nenê Mamá. Bons serviços que ingualmente prestou ao Nacional, como funcionário e como presidente. E, enfim, deve ser lembrado como pessoa que nunca se furtou de dar uma resposta quando questionado, mesmo que o que tivesse para dizer não fosse uma boa notícia. Ouso dizer que o Zé se foi sem nunca ter recebido o devido valor tanto dos clubes onde trabalhou, como da crítica.
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