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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

O USC continua jogando dinheiro pela janela


Quem quer dinheiroooooooo... Eu quero, o leitor também deve querer. Eu só não entendo o por quê de passa ano, entra ano, a diretoria do Uberaba Sport, mesmo esmolando por aqui e por ali, joga dinheiro fora.

Todo ano é a mesma coisa. O time contrata dezenas de jogadores e nem bem começa as competições, começam as demissões  e novas contratações. No ano passado, Nenê Belarmino montou um time inteiro, com comissão técnica e tudo. Foi trocado no meio da competição pelo Paulo César Catanoce. O USC gastou um dinheirão e, mesmo assim, não conseguiu ficar livre do rebaixamento.

Não é que os dirigentes do colorado estão ficando loucos, rasgando dinheiro. É que eles,c como vem sendo uma tônica nos últimos anos, contratam mal. Não sou a favor de contratações de buscar jogadores fora de Uberaba ou fora da região. Entretanto, considero que se isso tiver que acontecer. As contratações devem ser bem feitas, com pelo menos 90% de acerto.

E o que é pior, os dirigentes jogam rios de dinheiro fora, quando poderiam buscar os jogadores certos. Bastou a derrota para a Patrocinense, para o Colorado descobrir que comprou gato por lebre pela 15a. vez. Não dá mais para engolir. Tem algo de muito errado com estas contratações. Não acho que tem dirigente levando vantagem com isso. Tenho certeza. Ninguém, sem nenhum motivo aparente, erraria tanto.

Uma prova disso é que eles sabem os caras certos. O USC foi buscar Ivonaldo. Falava-se em Rodrigão Paulista. São jogadores conhecidos e o torcedor sabe que chegam e entram na equipe. Buscaram até o Felipe Nogueira. Encostado no Araxá, como já era esperado, o zagueiro filho do diretor de esportes Ernani Nogueira, arrumou uma boquinha no USC. E o que é pior, chegou e já vestiu a camisa de titular. Quem tem padrinho....

O técnico Gian Rodrigues deu chilique porque a equipe viajou no mesmo dia para o jogo em Patos de Minas contra o Mamoré. Arrancou um empate na bacia das almas, foi como se o USC tivesse ganhado a Copa do Mundo, com um gol de falta, roubado, aos 47 minutos do segundo tempo.

Aí foram logo questionando o treinador. Apontando para ele que o time viajou no mesmo dia e conseguiu bom resultado.  Gostaria de dizer aos desavisados que a consequência do esforço físico não vem no mesmo dia. Ele pode vir no próximo jogo, também em Patos de Minas ou no final da competição quando o time estiver precisando de uma vitória para garantir a classificação ou para fugir do rebaixamento.

Portanto, o treinador está certinho é preciso adotar cautela quanto às viagens e ao preparado físico dos atletas. A energia em demasia dispensada agora pode fazer falta no futuro.

Por último, para aqueles que comemoraram o empate com o Mamoré, gostaria de lembrar que uma hora ou outra, o USC vai precisar vencer. O time foi a Patos para conseguir um empate e conseguiu. Entretanto, precisa vencer o Uberlândia, no Uberabão, como Patrocinense no Zama Maciel. A pergunta é... Temos time para vencer ou para jogar para não perder...

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O Colorado pode esperar, a terceirona vai chegar

Existem coisas que por mais dolorosas que sejam precisam ser ditas.  E o fato de dizê-las pode servir como alerta ou fazer com que as pessoas que estão deitadas em berço esplêndido acordem. 

Em se tratando de Uberaba Sport Club isso pode ser chover no molhado, mas não custa nada tentar. No ano passado, quando o Zebu já havia ido pro brejo um ex-colega de imprensa, chegou a tentar algo parecido, afirmando que o USC perderia um jogo de goleada, na esperança de que os atletas colorados tivessem um pouco de brio e fizessem algo diferente. 

É como o sapo que dizia para jogá-lo na pedra, na esperança de que o leão, só para contrariá-lo, o atirasse na água. Essa pode ser a minha esperança, mas pelo andar da carruagem não tem nada que me tire da cabeça que a Terceirona é o destino do USC. 

E  o olha! A sucessão de equívocos no colorado é tão grande, mas tão grande que nada dá certo. O USC, torcedores colorados, está sendo tocado por um bando de incompetentes e os ex-colegas da imprensa estão enganando vocês. Estão tapando o sol com a peneira, deixando de dizer o que deve ser dito. 

Enquanto o USC tiver no seu comando uma pessoa que não entende nada de futebol e não se esforça o mínimo para aprender um pouquinho será um sério candidato ao rebaixamento. Isso já poderia ter acontecido em 2009, quando ele entregou o USC ao aventureiro Michael Robin. 

Em 2010 e 2011, o  USC perdeu uma grande chance de reviver seus tempos de glória, mas o despreparo dos dirigentes e uma sucessão de erros culminou com o rebaixamento em 2012. Não deve ser diferente agora. 

Gente a diretoria do USC sequer teve competência para livrar os seus jogadores do surto de dengue em Uberaba. Isso eu já disse a semana passada, mas, o que é pior, a dengue continua fazendo vítimas no clube e somente agora ventila-se a possibilidade de o problema estar na república onde os jogadores dormem. 

Ora se não existe no Uberaba Sport, uma pessoa capaz de prever que os casos de dengue estão  ligados ao CT Colorado ou à república, é melhor fechar as portas. Mudar de ramo. 

E a diretoria do USC também foi incapaz de prever que os problemas com o Uberabão poderiam prejudicar o time. Um conselheiro do clube chegou a dar entrevista alegando ficou sabendo do problema na reunião em que representou o time no Campeonato Mineiro. 

Ora, ele foi à reunião para quê? Para desfrutar do bom vinho, ou whisky servido pelo presidente Paulo Schettino, TV Globo e cia?  Ou foi para representar o clube? Em suma, a diretoria do Uberaba sabia do problema e não agiu. É tão culpada quanto os dirigentes do Uberabão e da própria Federação Mineira que ao invés de trabalhar para os clubes, trabalha contra eles. 

No ano passado, o USC foi rebaixado por conta de quatro pontos, mas poderia ter permanecido na primeira divisão se tivesse vencido o América Teófilo Otoni, no Uberabão. Foram três pontos decisivos. Se perder o jogo em Patrocínio, o USC pode viver o mesmo drama de 2012, agora no Módulo II. 

Um torcedor disse e com muita propriedade, a diretoria do USC é amadora. Esta é a grande verdade. E o que é pior, é amadora e não trabalha com transparência. Esconde o jogo sempre que pode, ameaça, tenta calar a imprensa que acaba se rendendo às greves de entrevistas comandadas pelo Ernani Nogueira. Então, enquanto isso continuar existindo, o USC será sério candidato à Terceirona. 

Não sei se ainda dá tempo, mas, pelo menos neste período de competição, os homens que dirigem o futebol e os que administram o USC deveriam deixar os seus tronos e trabalharem. Caso contrário, o time não vai suportar o primeiro vendaval e vai sucumbir-se fazendo companhia ao Nacional na Terceirona. 

Gente que não é do ramo no futebol é um perigo. O presidente Salem do Nacional, a meu ver, acaba de sepultar o pouco que o time ainda tinha ao deixar de disputar as categorias de base com a justificativa de que vai guardar dinheiro para formar um time para a Terceira Divisão. 

Enfim, creio que o futuro do futebol em Uberaba está ligado ao Triângulo Mineiro. O time do Calmon tem gente ramo, aposta na base e, aos poucos, vai consolidando-se como representante do futebol uberabense. 


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Se o USC não voltar ao Módulo I, a culpa será do mosquito da dengue


Buemba! Buemba!  Macaco Simão urgenteeeeeeeeeeeee!!! É lógico que estou plagiando o Zé Simão. Se fosse o original, você estaria lendo a Folha de São Paulo. Tudo isso para dizer que não teve nada mais chocho que o carnaval em Uberaba. Plagiando mais ainda, pior que o carnaval em Uberaba, é o carnaval em Uberaba com a namorada menstruada.

Ah! Eu nâo sei se chocho escreve com “ch” ou com “x”, mas perdi  o dicionário na mudança e a internet aqui está tão lenta que gastaria dois dias para acessar o Google ou um dicionário virtual. Se tiver dúvida, consulte você mesmo!

Mas voltando ao chocho do Carnaval em Uberaba, a coisa foi tão feia que na terça-feira de Carnaval um jornal da cidade circulou com um cachorro na capa. Se fosse me qualquer outra cidade brasileira, certamente haveria uma mulata com trajes mínimos, ou um travesti bem enfeitado, um belo bloco com moças e moços ou a ala das baianas. Mas, como em Uberaba não tem carnaval, vamos de cachorro mesmo.

Pior de tudo foi o drama do totó. Dizia a manchete que abusaram do coitado. Pobre dos jornalistas, além de sofrerem com a falta de notícia, podem sofrer com processos judiciais, afinal botaram a cara do totó, sem tarja nem nada e pelo título era um cãozinho filhote, ou seja, menor de idade. E se o pobrezinho, além de ficar com o fiofó ardendo, ainda for vítima de “buling” no canil...

Mas estão anunciando a velha guarda da Mangueira em Uberaba. Aí vai ser como professor Celso Coelho disse: “o uberabense vai ver a mangueira entrar”.

E o que é pior, não tivemos carnaval e nenhum evento esportivo de ponta. Mesmo com pouco tempo no cargo, esperava mais do secretário Alan Carlos. Afinal Alanzinho, “quem sabe faz a hora não espera acontecer”. Se você não colocar o seu dinamismo em prática, vai acabar ficando como os últimos dez ou mais secretários de esportes.

Na grande imprensa, o papa salvou o noticiário. Aliás, tenho que tirar o chapéu para o Bento XVI. Mesmo sendo papa, é preciso saber a sair, a hora de largar o osso e, neste aspecto, começo a falar de futebol. Não dá para dizer se o Uberaba Sport é candidato ao título ou ao rebaixamento no Módulo II do futebol mineiro.

Dá para dizer, entretanto, que a diretoria do USC ao final desta competição poderia fazer um grande favor ao sofrido torcedor colorado e fazer como o papa, pedir para sair.

Isso não é ser agorento. É ser realista. Se o time do Uberaba Sport ganhar a competição e voltar ao Mòdulo I, não será mérito nenhum da diretoria. Os caras tiveram quase um ano para trabalhar e chegaram às vésperas da competição com os mesmos problemas do ano passado.

Não deram conta nem de proteger os jogadores do colorado do mosquito da dengue. Se o time cair para a segundona ou não se classificarem podem apostar. A culpa será do mosquitinho. Anotem aí e me cobrem depois.

A meu ver, o grande problema dos times da cidade é a falta de planejamento. Como sempre deixaram tudo para a última hora. Ações de marketing desenvolvida nos últimos dias já deveriam ter sido feitas há muito tempo. O mesmo acontece com a contratação de jogadores, preparação física, estruturação do time e tudo mais.

Enfim, confio sim que o USC volte a elite do futebol mineiro no que depender de jogadores e torcedores. Muito mais dos jogadores do que dos torcedores. Ocorre que os segundos estarão presentes se o time começar vencendo o Democrata neste sábado em Sete Lagoas. E se a campanha for boa, não será surpresa nenhuma se tivermos o Uberabão com públicos de 15 mil pessoas com gato ou sem gato.

Prá terminar gostaria de deixar aqui registrado o meu protesto. No Brasil inventaram uma tal atualização de certidão de nascimento. É difícil entender, afinal só nascemos uma vez e uma mudançazinha de sexo ou de pai, mãe ou avós deveria ser exceção e não regra. E por falar nisso, uma amiga minha disse que o mundo está tão gay, mas tão gay que daqui uns temos teremos as paradas hetero. Deve ser por isso que estão exigindo atualização do registro de nascimento. Também deve ser por isso que o papa renunciou. Coisas da modernidade.