Buemba! Buemba! E não é que o tapetão continua falando alto no futebol de Minas Gerais. O Nacional Futebol Clube concentra suas forças nos tribunais da FMF para não ficar fora da segunda fase do Terceirona. Tudo por conta do jogador Thiago Carvalho, escalado irregularmente na partida diante do Portal na abertura da competição.
O mais interessante dessa história é como os coleguinhas de imprensa "comeram bronha" ao acreditarem que bastava o pagamento de algumas cestas básicas e tudo estaria resolvido. Estaria sim, se o Nacional não tivesse classificado. Há de se entender que naquele momento, divulgar as coisas como elas eram, poderia prejudicar o Nacional, mas fica uma pergunta: cadê respeito pelo leitor, pelo ouvinte ou coisa que o valha?
É lógico que tudo dependeria do Tribunal da Federação Mineria de Futebol. A não ser que não existissem adversários, mas o que se viu foi um monte de gente, considerando o caso resolvido, a partir de explanação e providências de advogado da área esportiva. O problema é que na Justiça existem varas instâncias e as coisas não poder ser consideradas decididas até que todos os níveis sejam percorridos.
Ainda acredito que o Alvinegro não será penalizado. Também suponho que o episódio servirá de aprendizado para o Nacional e muitos outros clubes. Antes de colocar o jogador em campo é preciso consultar eventuais pendências nos tribunais. Caso contrário, é colocar em risco um trabalho que, no mínimo, deveria ser sério.
E o Erick Moura deixou pelo menos por instantes a função de treinador e voltou a ser gerente de futebol, negociando a contratação de reforços para a segunda fase. Isso mostra: o Alvinegro continua pequeno como nos tempos de Carlos Abocater, quando o presidente era também treinador. No meu entender, um time profissional necessita em primeiro lugar de uma comissão técnica bem definida.
Entrar em qualquer competição sem técnico, auxiliar técnico, preparador físico, fisioterapeutas, médicos, gerente de futebol e massagistas e se apequenar. É estar bem perto do amador. E, salvo engano, não era este os objetivos anunciados pela diretoria quando demitiu vários colaboradores e decidiu, de peito aberto, anunciar a profissionalização do clube.
O Uberaba joga neste sábado com o Nacional de Nova Serrana. É cartada decidida. Tudo ou nada. Ninguém acredita no Zebu, mas não deixa de ser jogo decisivo. Acho que o trabalho do USC está no caminho certo, excetuando o descaso com a comissão técnica que, a exemplo do Nacional, está cheia de improvisações.
Por falar em USC, a Prefeitura Municipal está anunciando licitação para a construção do segundo Centro de Treinamento do USC. Enquanto isso, os flamboiãs estão morrendo em Boulanger Pucci e o campo virou um matagal (pelo menos da última vez que estive lá, diga-se estacionamento do Guarato). Tomara que os deuses do futebol castigem o prefeito Anderson e todos aqueles que contribuíram para a perda de BP. Vou rogar uma praga no prefeito. Tomara que o filho ou filha dele (já nasceu gente?) seja jogador (a) de futebol em Uberaba.
Não sei se com pistolão será diferente, mas aqui prata da casa não vale nada.
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Pé quente sim! Lambe botas: tem muitos por aí.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Naça vive sonho de uma noite de verão
Buemba! Buemba! Futebol de Uberaba urgenteeeeeeeeee! Tem jeito não. Aqui é uma no prego outra na ferradura. O Nacional colocoou a chupetinha na boca do torcedor. Jogou que nem (não seria quinem?) TIME GRANDE em Montes Claros. Meteu 3 a 0 no time local. O torcedor se animou. Vamos lotar o Uberabão bravejou um. Seremos o primeiro do grupo praguejou outro. Outros já sonhavam com a Segundona em 2013, Primeirona em 2014, Copa do Brasil em 2015, Libertadores em 2016, Mundial em 2017.
Mais até quando o sonho vai durar. Aí está o grande problema. São sonhos de uma noite de verão ou primavera. Não duram mais que uma semana. Veio a Ituiutabana, a Véia e acordou o "minino" alvinegro. Deu-lhe um beliscão no traseiro. Um puxão de orelha e disse: acordaaaa! Vamos devagar com o andor que o Santo é de Barro.
Veio a quarta-feira e o time de São Benedito pois a viola no saco. Acordamos do Mundial de 2017 e voltamos a realidade da necessidade de vitória diante do portal neste domingo, para conquistara tão sonhada vaga na segunda fase da Terceirona. Aí que está o X da questão. Para classificar na última rodada, no saldo de gols ou dependendo da Ituiutabana, o Carlos Nogueira Abocater montava time e mais time e ele mesmo comandava a molecada.
Fazendo as contas, acho que o Naça jogou pelo empate. Esqueceu de avisar a Ituiutabana e deu no que deu. Perdeu o jogo. Não dá para entender como os times de Uberaba, e nesse caso o glorioso USC não é diferente, têm medo de jogar em casa. Têm ogeriza do Uberabão. Não conseguem jogar.
Não seria porque jogam no Uberabão como se estivessem jogando fora de casa? Não seria hora dos treinadores descobrirem que as vezes o ataque é a precaução. É mostrar a caixa de ferramentas para o adversário. Mostrar que tem garrafa para vender. Dar o cartão de visitas. Sei lá, mostrar quem manda e coisa do tipo.
Por que alguns treinadores deixam para colocar os seus times no ataque depois que estão perdendo de um ou dois gols de diferença? O inteligente, principalmente jogando em casa, não seria ir prá cima do adversário, não dar chances ao inimigo de gostar do ataque ou coisa parecida. Não contei, mas notei que a Ituiutabana teve mais de uma dezena de escanteio, contra três ou quatro do Nacional. Depois de estar perdendo, entretanto, o Naça partiu prá cima. Não seria melhor o contrário. Partir prá cima no início e deixar para segurar no final, quando o resultado já estiver praticamente fechado?
E o Felipe Nogueira. Recomendo à diretoria do Nacional que vá a Araxá e traga de lá alguns galões de água da cidade. Só pode ser a água. No Araxá ele jogou praticamente todas as partidas da segundona. No Guarani ficou no banco. No Nacional, nem bem chegou e no jogo mais importante já ficou no chinelinho. Tomara que ele se recupere logo e leve o Naça ao título da terceirona. Ainda dá tempo, mas prefiro começar agora a deixar para depois.
O USC não está bem na Naça Minas. Tá certo. Todo mundo sabia que o objetivo não era esse. Tá dentro pretendido, dentro do esperado. Um torcedor disse que a diretoria pode levar o USC à terceirona. Acredito que ele possa ter razão. Os dirigentes devem preparar o time para o Campeonato do Módulo II dentro de campo, mas também devem preparar o caixa, reforçar o time de dirigentes. Já estamos em setembro, outubro tá chegando e é de bom tom que em novembro o time já esteja começando os treinamentos visando ao Módulo II. Já é hora de mexer o doce.
http://www.blogfilmiano.blogspot.com/
Pé quente sim! Lambe botas jamais!
Mais até quando o sonho vai durar. Aí está o grande problema. São sonhos de uma noite de verão ou primavera. Não duram mais que uma semana. Veio a Ituiutabana, a Véia e acordou o "minino" alvinegro. Deu-lhe um beliscão no traseiro. Um puxão de orelha e disse: acordaaaa! Vamos devagar com o andor que o Santo é de Barro.
Veio a quarta-feira e o time de São Benedito pois a viola no saco. Acordamos do Mundial de 2017 e voltamos a realidade da necessidade de vitória diante do portal neste domingo, para conquistara tão sonhada vaga na segunda fase da Terceirona. Aí que está o X da questão. Para classificar na última rodada, no saldo de gols ou dependendo da Ituiutabana, o Carlos Nogueira Abocater montava time e mais time e ele mesmo comandava a molecada.
Fazendo as contas, acho que o Naça jogou pelo empate. Esqueceu de avisar a Ituiutabana e deu no que deu. Perdeu o jogo. Não dá para entender como os times de Uberaba, e nesse caso o glorioso USC não é diferente, têm medo de jogar em casa. Têm ogeriza do Uberabão. Não conseguem jogar.
Não seria porque jogam no Uberabão como se estivessem jogando fora de casa? Não seria hora dos treinadores descobrirem que as vezes o ataque é a precaução. É mostrar a caixa de ferramentas para o adversário. Mostrar que tem garrafa para vender. Dar o cartão de visitas. Sei lá, mostrar quem manda e coisa do tipo.
Por que alguns treinadores deixam para colocar os seus times no ataque depois que estão perdendo de um ou dois gols de diferença? O inteligente, principalmente jogando em casa, não seria ir prá cima do adversário, não dar chances ao inimigo de gostar do ataque ou coisa parecida. Não contei, mas notei que a Ituiutabana teve mais de uma dezena de escanteio, contra três ou quatro do Nacional. Depois de estar perdendo, entretanto, o Naça partiu prá cima. Não seria melhor o contrário. Partir prá cima no início e deixar para segurar no final, quando o resultado já estiver praticamente fechado?
E o Felipe Nogueira. Recomendo à diretoria do Nacional que vá a Araxá e traga de lá alguns galões de água da cidade. Só pode ser a água. No Araxá ele jogou praticamente todas as partidas da segundona. No Guarani ficou no banco. No Nacional, nem bem chegou e no jogo mais importante já ficou no chinelinho. Tomara que ele se recupere logo e leve o Naça ao título da terceirona. Ainda dá tempo, mas prefiro começar agora a deixar para depois.
O USC não está bem na Naça Minas. Tá certo. Todo mundo sabia que o objetivo não era esse. Tá dentro pretendido, dentro do esperado. Um torcedor disse que a diretoria pode levar o USC à terceirona. Acredito que ele possa ter razão. Os dirigentes devem preparar o time para o Campeonato do Módulo II dentro de campo, mas também devem preparar o caixa, reforçar o time de dirigentes. Já estamos em setembro, outubro tá chegando e é de bom tom que em novembro o time já esteja começando os treinamentos visando ao Módulo II. Já é hora de mexer o doce.
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quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Nosso futebol na ilha da fantasia
Buemba! Buemba! Imitação do Macaco Simão urgente! E o pau comeu solto no Amadorão 2012. Desta vez não foram jogadores, dirigentes. A coisa foi do lado de fora, mas temendo pela segurança a arbitragem encerrou antes da hora o jogo entre Bonsucesso e Merceana. Dor de cabeça para os dirigentes de clubes. Bem feito prá eles. Ainda não perceberam que o futebol amador de Uberaba se profissionalizou. Assim, vai precisar de medidas do profissional. Tipo: cobrança de ingressa, segurança, médicos e ambulâncias de plantão.
Sinceramente não dá para entender este investimento maciço no Amadorão, quando os clubes de futebol poderiam investir mais nas suas categorias de base. Que me desculpe quem gosta, mas o Amadorão da forma como está não cumpre o seu papel social e que justifica até mesmo altos investimentos da Secretaria Municipal de Esportes. Tais pessoas, a meu ver, deveria centrar ou focar suas ações nas categorias de base. Participariam da formação dos atletas, deixariam o amador para os amadores.
As competições para o pessoal de meia idade deveria ser os clubes, como também já acontece. Country, Uirapuru, Jockey Club, ou seja, sem financiamento do setor público. Acho, sinceramente que o trabalho realizado pelos dirigentes do futebol amador, seria muito mais produtivo se dedicado às categorias de base. É coisa para Toninho Martins, Claudinho, Volnei, Rodrigão e muitos outros pensar. De repente, esse trabalho poderia até render dinheiros aos clubes que estas pessoas representam, tapando uma outra lacuna do nosso futebol que é revelar novos talentos.
Claro que são possíveis acordos entre os clubes amadores e profissionais, possibilitando o fortalecimento de todos. Entretanto, o vemos é grandes investimentos nos times do futebol amador, enquanto as categorias de base capengam. Resultado: a maioria dos talentos da cidade abandonam o futebol aos 16 ou 17 anos, quando precisam de no mínimo uma ajuda de custo e os clubes nada oferecem.
E os nossos clubes profissionais também não ajudam. O Nacional repete os mesmos erros cometidos pelo Uberaba Sport. No jogo contra o Montes Claros, no sábado, apenas Laerte da base do Nacional começou jogando. É muito pouco. O Naça deveria ter no mínimo seis jogadores da base na sua equipe titular. Se isso naõ acontece ou o trabalho realizado nas categorias de base é muito ruim ou os dirigentes estão pagando caro mão-de-obra de terceira divisão.
E acho interessante como certas pessoas não se cansam de tentar enfiar bondes nos times de Uberaba. Calejado pelas experiências dos últimos anos, o Uberaba Sport até que faz um trabalho razoável, mas o Nacional comete os mesmos erros do arquirrival no passado. Tomara que não termine o ano em condições piores do que começou.
Acho que o presidente Sallem comete o mesmo erro de Luiz Humberto no Uberaba. Se ele não entende nada de futebol, talvez fosse uma razão a mais para estar a frente do time, viver futebol dia e noite. Da forma como ambos agem, a impressão é que são presas fáceis. Daquelas que conseguem pensar apenas no imediatismo e acabam levados na conversa por espertalhões, afim de empregar este ou aquele atleta ou dirigente.
No futebol do Triângulo Mineiro criou-se uma grande fantasia em relação a Marcelo Araxá. Ele é apontado por vários jornalistas como o ó do borogodó. Mas pergunto. O que o Marcelo Araxá conquistou. Subiu o Araxá para a primeira divisão? É verdade. Mas o Carlos Abocater também já subiu o Nacional para a primeira divisão, fazendo tudo que o Marcelo fez e mais alguma coisa e, pelo menos oficialmente, sem ganhar nada por isso.
Ah o Marcelo formou as equipes nas conquistas de duas Taças Minas Gerais pelo Uberaba Sport. Gente, as conquistas foram importantes, mas as competições, se levarmos em conta número de participantes e qualidade de participantes, não foram nenhuma brastemp. Com Marcelo Araxá como gerente de futebol, o USC não passou de 8o. colocado no Campeonato Mineiro. Há 30 anos, com Valtinho Barbosa, Vadi Lacerda e outros abenegados o normal era o USC ser terceiro ou quarto e até brigar pelo título.
O Nacional joga neste sábado em Montes Claros. O USC vai a Nova Lima. Espero que os times tenham feito programações para não entrar em campo dormindo nestes jogos. É engraçado, os colegas dizem o Nacional entrou apático, dormindo contra a Ituiutabana. Será que eles sabem o que aconteceu? Se não sabem sugiro um teste. Acordem bem cedo, façam uma viagem de 200 km, almocem e tentem estar bema cessos às 3 horas da tarde. Não dá. Para entrarem ligados, no jogo contra a Ituiutabana, os jogadores do Naça precisariam ter viajado com um dia de antecedência.
O que me deixa revoltado é que os dirigentes não economizam ao empregar os indicados dos amigos, mas sequer dão condições ideais para os atletas desempenharem o seu trabalho.
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Pé quente sim! Costa quente não!
Sinceramente não dá para entender este investimento maciço no Amadorão, quando os clubes de futebol poderiam investir mais nas suas categorias de base. Que me desculpe quem gosta, mas o Amadorão da forma como está não cumpre o seu papel social e que justifica até mesmo altos investimentos da Secretaria Municipal de Esportes. Tais pessoas, a meu ver, deveria centrar ou focar suas ações nas categorias de base. Participariam da formação dos atletas, deixariam o amador para os amadores.
As competições para o pessoal de meia idade deveria ser os clubes, como também já acontece. Country, Uirapuru, Jockey Club, ou seja, sem financiamento do setor público. Acho, sinceramente que o trabalho realizado pelos dirigentes do futebol amador, seria muito mais produtivo se dedicado às categorias de base. É coisa para Toninho Martins, Claudinho, Volnei, Rodrigão e muitos outros pensar. De repente, esse trabalho poderia até render dinheiros aos clubes que estas pessoas representam, tapando uma outra lacuna do nosso futebol que é revelar novos talentos.
Claro que são possíveis acordos entre os clubes amadores e profissionais, possibilitando o fortalecimento de todos. Entretanto, o vemos é grandes investimentos nos times do futebol amador, enquanto as categorias de base capengam. Resultado: a maioria dos talentos da cidade abandonam o futebol aos 16 ou 17 anos, quando precisam de no mínimo uma ajuda de custo e os clubes nada oferecem.
E os nossos clubes profissionais também não ajudam. O Nacional repete os mesmos erros cometidos pelo Uberaba Sport. No jogo contra o Montes Claros, no sábado, apenas Laerte da base do Nacional começou jogando. É muito pouco. O Naça deveria ter no mínimo seis jogadores da base na sua equipe titular. Se isso naõ acontece ou o trabalho realizado nas categorias de base é muito ruim ou os dirigentes estão pagando caro mão-de-obra de terceira divisão.
E acho interessante como certas pessoas não se cansam de tentar enfiar bondes nos times de Uberaba. Calejado pelas experiências dos últimos anos, o Uberaba Sport até que faz um trabalho razoável, mas o Nacional comete os mesmos erros do arquirrival no passado. Tomara que não termine o ano em condições piores do que começou.
Acho que o presidente Sallem comete o mesmo erro de Luiz Humberto no Uberaba. Se ele não entende nada de futebol, talvez fosse uma razão a mais para estar a frente do time, viver futebol dia e noite. Da forma como ambos agem, a impressão é que são presas fáceis. Daquelas que conseguem pensar apenas no imediatismo e acabam levados na conversa por espertalhões, afim de empregar este ou aquele atleta ou dirigente.
No futebol do Triângulo Mineiro criou-se uma grande fantasia em relação a Marcelo Araxá. Ele é apontado por vários jornalistas como o ó do borogodó. Mas pergunto. O que o Marcelo Araxá conquistou. Subiu o Araxá para a primeira divisão? É verdade. Mas o Carlos Abocater também já subiu o Nacional para a primeira divisão, fazendo tudo que o Marcelo fez e mais alguma coisa e, pelo menos oficialmente, sem ganhar nada por isso.
Ah o Marcelo formou as equipes nas conquistas de duas Taças Minas Gerais pelo Uberaba Sport. Gente, as conquistas foram importantes, mas as competições, se levarmos em conta número de participantes e qualidade de participantes, não foram nenhuma brastemp. Com Marcelo Araxá como gerente de futebol, o USC não passou de 8o. colocado no Campeonato Mineiro. Há 30 anos, com Valtinho Barbosa, Vadi Lacerda e outros abenegados o normal era o USC ser terceiro ou quarto e até brigar pelo título.
O Nacional joga neste sábado em Montes Claros. O USC vai a Nova Lima. Espero que os times tenham feito programações para não entrar em campo dormindo nestes jogos. É engraçado, os colegas dizem o Nacional entrou apático, dormindo contra a Ituiutabana. Será que eles sabem o que aconteceu? Se não sabem sugiro um teste. Acordem bem cedo, façam uma viagem de 200 km, almocem e tentem estar bema cessos às 3 horas da tarde. Não dá. Para entrarem ligados, no jogo contra a Ituiutabana, os jogadores do Naça precisariam ter viajado com um dia de antecedência.
O que me deixa revoltado é que os dirigentes não economizam ao empregar os indicados dos amigos, mas sequer dão condições ideais para os atletas desempenharem o seu trabalho.
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