Buemba! Buemba! Macaco Simão urgente! As coisas andam se repetindo com tanta frequência que não tenho mais dúvidas: ESTOU FAZENDO HORA EXTRA NA TERRA.
Besteirices à parte. Vocês já notaram como as coisas andam se repetindo. Quantas vezes vimos na TV a pertunta marcante: QUEM MATOU NÃO SEI QUEM. As novelas da Globo já não dão mais para assistir. As manchetes dos jornais também não mudam muito. No rádio, aquelas mesmas histórias de sempre.
Mas não é só na imprensa. O Uberaba Sport está prestes a cometer o mesmo erro do Nacional. Senão vejamos. O Naça tinha um trabalho para quatro anos, um projeto. Aí pintou um dinheirinho a mais. Jogou de lado o projeto dos meninos, gastou a grana com jogadores meia-boca e perdeu a classificação. Hoje o Naça não tem projeto e continua na terceirona, devendo, certamente, um pouco mais.
No Uberaba Sport, a coisa não é diferente. Estão prestes a jogar fora todo o trabalho de Normandes e Passini por conta de uns trocados de patrocinadores. Corre-se o risco de o time cometer os mesmos erros do passado. Crescer de fora para dentro, quando o melhor projeto, o projeto que colocou o time entre os melhores do país, começou de dentro para fora, com Pedro Walter Barbosa no final da década de 70.
Agora, o maior erro de todos é a incapacidade dos dirigentes de trabalharem em conjunto, como se fosse uma equipe. Por que para o Ernani, entrar o Normandes e o Passini têm que sair? Não seria a hora de sentar, compor, buscar uma solução conjunta.
De mais a mais, o presidente do Uberaba Sport Club bem que poderia contratar um motorista. Deu entrevista a emissora de rádio esta semana, reclamando de ter dirigido horas e horas a serviço do clube. E olha que ele se acha um grande administrador. Se fosse tão bom assim certamente andaria de avião, ou, no mínimo, teria um motorista.
Além disso, na mesma entrevista disse que não é homem de abrir sorrisos e conversar com os torcedores. É "homem de administração". Acho que estou mesmo muito velho. Por que desde que me entendo por gente, futebol se joga para a torcida. O torcedor, mais do que qualquer outra coisa é a razão de ser do futebol.
Mas a sandice não é apenas local não. Vi o Galvão Bueno e seus amigos criticarem o fato do presidente da CBF, José Maria Marin, ter demitido o Mano Menezes. Para eles, Marin jogou para a torcida. E que mal há nisso? Futebol se joga para a torcida. Mano não convenceu e por isso perdeu o cargo.
Futebol tanto é para a torcida que alguns jogadores renovam e inovam no visual, apenas para aparecerem e serem identificados pelos torcedores de forma mais rápida. Se são ruins são logo taxados por mascarados e não duram muito na profissão. Se são bons, lançam moda e ficam no coração e na cara do torcedor.
Mas, voltando aos comentários do presidente do USC, nota-se que eles está desgastado. Certamente, sem o apoio do prefeito eleito, não conseguirá trazer para o USC os mesmos patrocinadores de outrora. Podia, aproveitar a oportunidade e pedir para sair. Mesmo porque reclamou de estar há sete no cargo. Luiz Humberto, você não nasceu presidente e, se sair, o clube não ficará acéfalo. Pode ser até um bom momento para renovação, já que todo o trabalho realizado até aqui foi ou deve ser perdido, caso se confirme as mudanças anunciadas na diretoria.
Ah! Tem a grana do novo Centro de Treinamento. Esse dinheiro, foi conseguido pelo prefeito eleito. Talvez ele tenha interesse em acompanhar mais de perto a sua utilização.
Joelmir Beting criou a expressão "GOL DE PLACA". Marcou muitos no jornalismo. Poderia ter ficado mais entre nós. Felipão pisou na bola ao insinuar que no Banco do Brasil não se trabalha sobre pressão. Deve ter se inspirado em um ou outro conhecido. Agora, pensando bem, os bancos, em geral, têm alguns esquemas interessantes. Duvida? Experimente fazer uma assinatura da editora Abril com débito em conta...
De Primeira
http://louc.us/hpy
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