Buemba! Buemba! Macaco Simão urgente! Pobre futebol
de Uberaba. O Elefante tá virando Sapo e o Zebu já tá com dente e nariz de
Coelho. Sem apostar nos jogadores locais, Nacional e Uberaba Sport apostam em
jogadores conhecidos do gerente de futebol do Alvinegro e do treinador do
Colorado.
Nada contra às contratações mesmo porque só depois
da bola rolando é que saberemos se deu certo ou errado. O problema é saber se
estão dando mais valor aos jogadores de fora do que os da cidade.
É claro que Juninho Ratinho vai preferir o Amadorão.
O futebol de fim de semana garante a ele grana extra e não exige nada de
treinamentos ou tempo durante a semana. É só colocar o uniforme e, enquanto a
idade ajudar, correr atrás da pelota, faturando oncinhas e garoupas. O emprego
fixo garante o sustento da família.
Tô falando do Ratinho, mas tudo isso vale para
muitos e muitos atletas. Não seria o caso de Uberaba e Nacional fazerem
propostas aos jogadores locais pelo menos semelhantes às que estão fazendo para
os craques de outras pragas?
Não vejo novidades nas formas de agir tanto de
Uberaba como Nacional, Uberlândia e etc. Os times da região vão fazer jogadores
para as equipes da primeira divisão em 2012, ou vão amarrar cabrita para
América, Mamoré ou Araxá mamarem. E o que vão ganhar com isso? O tempo vai
dizer.
Além disso, os times perdem prestígio. Fui informado
de que muitos pais de atletas juniores do Nacional estão magoados. Prometeram
uma coisa, não cumpriram. Jogaram a responsabilidade para cima da torcida e da
imprensa que estariam exigindo um time profissional. Resta saber com quanto cada
torcedor está ajudando o time. E as emissoras de Rádio e TV também colaboram.
Outro dia vi um torcedor chamar o Nacional de time
da Marcus Cherém. Nada contra a avenida Uberabense, mas o Naça poderia
colaborar para melhorar a fama da antiga rodovia, urbanizando a imensa área de frente para a
Marcus Cherém. Cadê o pessoal do Marketing. Um projeto visual pode ser
desenvolvido para o local e render dinheiro ao Alvinegro. Cabeça doutor!!!
O Uberlândia está de olho em patrocínio da Caixa
Econômica Federal. A Caixa tem projeto de patrocínios para times das
Séries A e B. O Verdão quer entrar de
gaiato no navio. Quem fica parado é poste, então é melhor correr atrás do
prejuízo.
O Méquinha deu mole e perdeu para o Boa. Nem São
Neneca garantiu melhor sorte ao Coelho. Jajá e Ranger fizeram dois golaços. O
goleirão até que se esforçou.
O Boa respirou aliviado, já estava em vias de fazer
companhia para o Ipatinga na parte de baixo da tabela. O time do Vale do Aço
pegou o estirão do rebaixamento e nada vai segurar.
Que bom que há divisão no Uberaba Sport. Uns querem
Marcelo Araxá, outros não. Toda a unanimidade é burra. Com dirigentes pensando
e expressando seus pensamentos de formas diferentes, a tendência é o time
crescer.
Campanha ruim no Tupi já custou a cabeça do técnico
Moacir Júnior. Não dá para entender nada
de futebol. Júnior tinha tudo pela levar o Tupi a Série B, inclusive
credenciamento por conta da boa campanha no Campeonato Mineiro. A demora da CBF em iniciar as competições
quebrou o ritmo e o Galo Carijó baixou a crista. O novo treinador só será
definido depois do jogo contra o Vila Nova. Se vencer, a postura da diretoria
será uma. Se perder será outra.
Caso de dopping na Série B do Brasileiro. Goleiro Rodolfo
do Atlético Paranaense usou cocaína. Foi pego no exame feito depois do jogo
contra o CRB.
De Primeira – www.blogfilmiano.blogspot.com
Pé quente sim! Lambe
botas jamais!
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