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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

TEM CIÊNCIA NO GRAMADO DO UBERABÃO

Estou encucado com o que está acontecendo com o gramado do Estádio Uberabão. Fiz uma pesquisa ontem sobre a grama bermuda e descobri que ela será o tapete oficial da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Os artigos dizem que a espécie é adequada ao clima tropical. Então? Por que o gramado do Uberabão continua tão ruim?

Olhando de cima parece que tá tudo amarelado, com pouca cobertura vegetal. A
grama tá desmilinguida. E olha que já tá quase fazendo aniversário da troca de
gramado no Uberabão.

Ouvi dizer que campo foi atacado por pragas. Mas, o pessoal tem cuidado,
eu mesmo presenciei o Marcelo Rossetti encomendando “remédio” para o gramado há algum tempo. Então, tem ciência.

Acho que reportagem do UOL Copa 14, http://copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2012/04/08/fifa-define-gramado-de-estadios-da-copa-de-2014-grama-tipo-bermuda-e-drenagem-a-vacuo.htm,
pode dar algumas explicações. Primeiro, a grama é utilizada em estádios
cobertos, o que não acontece com o Uberabão. Segundo, os estádios da
Copa terão drenagem à vácuo, o que também não é nossa realidade.

Então, não sou nenhum agrônomo, mas acho que a espécie bermuda não vai dar muito certo no Uberabão. A justificativa pode estar no tipo de solo, muito encharcado. Não será surpresa se em breve tivermos informações sobre uma nova troca de gramado no Uberabão. A verdade é que tem algo de errado ali. Por que não faz sentido até hoje o gramado não estar em condições de receber treinos rotineiros de
Uberaba e Nacional.

Nacional

Uma das passagens mais marcantes do Nacional Futebol Clube remonta ao Campeonato Mineiro de 1990, quando o Alvinegro não conseguiu regularizar os
seus atletas a tempo e entrou em campo com três goleiros. Um no gol e dois na
linha. O Naça até que foi bem. Empatou em zero a zero com o Tupi em jogo que
Ninha pegou por ele por Gúbio e Ademir Nogueira. Os dois últimos estavam
jogando na linha.

Entretanto,espero que o Nacional não faça como o Uberaba Sport que no início do Campeonato Mineiro deste ano, não pode contar com quatro de seus principais jogadores na primeira partida contra o América de Teófilo Otoni. Se tivesse vencido
aquela partida, o USC certamente estaria hoje na 1ª. Divisão do Futebol Mineiro e a
história seria outra.

Para isso, alerto desde já o Departamento de Futebol do Naça Priorizem a regularização dos jogadores. A saída de Rafael Ipuã esta semana revela que ou
o Naça está engavetando os contratos ou sequer o ex-camisa 10 do USC chegou
a colocar o preto no branco. Então, é melhor prevenir e agir como time verdadeiramente profissional.

História

Se levarmos ao pé da letra, nunca tivemos um uberabense na Seleção Brasileira de Futebol. O médico Álvaro Lopes Cançado titular na Seleção Brasileira de 1938, na verdade é natural de Campo Florido. É certo que na época a cidade vizinha era um
distrito de Uberaba, mas ao pé da letra, Álvaro era Campo Floridense.

Antigamente, os distritos eram bem organizados. As localidades contavam com cartórios e juízes de paz. Outro detalhe é que Álvaro jogou no Tupi de Juiz de Fora,
Atlético, Fluminense e Botafogo. Nunca vestiu a camisa do Uberaba Sport Club e
quiçá do Nacional, que foi fundado em 1940, quando Nariz já estava deixando
a carreira.

Conforme as memórias do Atlético Mineiro, Álvaro, ainda como acadêmico, atuou como médico da Seleção Brasileira em 1938. Já formado e especialista em ortopedia fundou o Departamento Médico do Botafogo-RJ, o primeiro do país. Será que os departamentos médicos das equipes uberabenses estão à altura da cidade (ou vizinha dela) onde nasceu o pai da medicina esportiva?

De Primeira – blogfilmiano.blogspot.com
Que venha o ouro no futebol!

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