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quarta-feira, 9 de maio de 2012

DE PRIMEIRA – COMPANHEIRO É COMPANHEIRO. FILHO DA ... É FILHO DA ...

Notei na entrevista coletiva dos dirigentes do Nacional Futebol Clube ontem, uma preocupação muito grande com a imprensa esportiva local. Era gente falando em evitar críticas, outros já defendendo direito de resposta e por aí fora. Não estive presente, mas gostaria de aproveitar este espaço para defender o DIREITO DE PERGUNTA. O santo direito de se questionar.

Como já dizia a companheira Marilu Teixeira, companheiro é companheiro. Filho da p... e filho da p... Assim como os dirigentes do alvinegro, cobraram serenidade da imprensa esportiva, os jornalistas, creio eu, têm o direito de cobrar dos dirigentes serenidade.

É uma via de mão dupla. Se os objetivos do clube forem colocado claramente. Certamente, a cobrança, caso ela seja necessária, também virá de forma clara. Pelo que tenho visto ultimamente, não é a imprensa que têm fechado as portas aos clubes de futebol. E sim os clubes de futebol que têm fechado as portas a parte da imprensa.

Se nossos clubes tiverem um trabalho, sério e profissional, certamente receberão tratamento da mesma. A transparência certamente será fundamental para que o clube consiga seus objetivos e conte com o apoio do torcedor não só comprando ingressos para os jogos, como também apoiando as diversas iniciativas e promoções que serão necessárias, visto que ingresso apenas não mantém clube nenhum na primeira, na segunda e muito menos na terceira divisão.

Inauguro a minha seção de questionamentos aos dirigentes do Nacional quanto ao quesito campo de jogo. William Kleper fez entender durante a reunião de terça-feira que a diferença entre jogar em JK e no Uberabão é muito pequena. Basicamente a taxa da Liga Uberabense de Futebol.

Questiono. Por que não jogar em JK? Tenho visto a cada dia que o público nos Estádios de Futebol é cada fez mais seletivo. Então por que não dar ao Estádio JK condições de receber 2 ou 3 mil pessoas com conforto e quem sabe uma área com atendimento vip para os abnegados, colaboradores, patrocinadores. Dar um diferencial a quem trata o clube de forma diferenciada.

Tenho certeza que se a diretoria do Nacional quer começar pelo caminho certo, o caminho é mandar jogos em JK. Fazer do Estádio da Avenida Marcus Cherém, um “point” - chique isso!!! – para o torcedor alvinegro. Mesmo que não consiga a iluminação do estádio, e olha que muitos clubes amadores conseguiram, mandar jogos na rodovia pode ser a grande sacada para o alvinegro atrair o torcedor e até comerciantes interessados em vender seus produtos nos dias de jogos.

À media que JK for ficando pequeno para os jogos do alvinegro e torço para que isso aconteça, aí sim os jogos no Uberabão podem tornar-se mais atraente. Principalmente, se for para receber Cruzeiro, Atlético ou outros grandes clubes do futebol brasileiro.

Ex-presidente do Nacional, José Humberto de Moraes, reconhece um dos atuais dirigentes do alvinegro, tem sido um dos grandes colaboradores do clube. José Humberto ajuda a diretoria com informações e conhecimento sobre a administração do clube e do futebol.

Não devemos esquecer que José Humberto foi aluno do Nenê Mamá. Trabalhou com feras como Donaldo Paulo Azevedo e Delcides Borges. Tem bom trânsito na Federação Mineira de Futebol e CBF. Um cara que ainda pode colaborar e muito tanto com Nacional, como com o Uberaba Sport.

Luiz Alberto Medina é um dos melhores nomes para técnico do clube. É um estudioso e tem o firme propósito de fazer no Nacional, os jogadores para a disputa da terceirona, da segundona e etc. Sabe que os resultados não virão da noite pro dia, mas parece ter como objetivo colocar o time de volta à elite do futebol mineiro, mesmo que para isso sejam necessários dois, três ou quatro anos.

O que mais me agrada no alvinegro, entretanto, é a vontade de trabalhar demonstrada não só pelo presidente Salem, como por Luiz Alberto, Luiz Cecílio, William Kleper, o pessoal do marketing e cia. Então, não há com o que se preocupar. Se os dirigentes estão dispostos a trabalhar, a imprensa fará o trabalho dela também e não há nada ser temido.

A título de sugestão, creio que o Nacional vai encontrar uma boa forma de organizar o seu departamento médico. Hoje não dá para ter futebol profissional sem um profissional à disposição.

Presidente do Uberlândia Esporte, Guto Braga, está disposto a gastar R$ 500 mil para a disputa da Taça Minas Gerais. Qual seria o orçamento do USC para a competição? Se for disputar, tá passando da hora de começar a trabalhar.

Guardadas as proporções, o orçamento do Verdão é pequeno. Na Terceirona, o Nacional deve gastar mais da metade desta quantia. Então, a previsão é de um Verdão meia boca na Taça Minas.
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Pé quente sim! Lambe botas jamais!

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