Mas, pelo que tenho visto nos noticiários do rádio, TVs e
jornais, a turma está muito feliz com o futebol amador e o próprio torcedor de
Uberaba também. A valorização do
Amadorão nos últimos cresceu a olhos vistos.
O que deveria ser uma transmissãozinha hoje ou outra amanhã,
uma coberturazinha jornalística que renderia um jabazinho, como diria a colega
Gislene Martins, acabou virando rotina. Passou a fazer parte do noticiário das
emissoras de rádio, das páginas de jornais
e emissoras de TV.
Nada contra essa cobertura. Aliás, fui um dos
incentivadores. Mas, a princípio, ela deveria apenas somar ao noticiário do
futebol profissional. Em Uberaba, entretanto, o Amador ganhou tal força que
ninguém mais se preocupa com o profissional.
O Amador passou a ser semiprofissional e hoje, Uberaba e
Nacional Futebol Clube perdem jogadores para os clubes do amadores. Culpa deles
que não deram aos prata-da-casa o devido valor. Isso é verdade, mas é bom
lembrarmos que se tivermos um profissional forte, os veículos de comunicação e
os próprios jogadores poderão ganhar mais.
Assim, acredito, os dirigentes dos veículos de comunicação e
os próprios profissionais da área deveriam apoiar a boa idéia do presidente
Luiz Humberto Borges em propor um campeonato regional Sub 23.
Além de revelar jogadores, esta competição pode fortalecer o
futebol do Triângulo. Pode unir as nossas forças para, de repente, peitarmos a
Federação e exigirmos uma competição regionalizada, num a virada de mesa, capaz
de fazer com que o Módulo I seja disputado com 24 e não doze clubes.
Fiquei satisfeito em ouvir ontem do Luiz Alberto Cecílio,
diretor de esportes do Nacional, a afirmação de que apoia a ideia do presidente
colorado. DE repente, Triângulo Mineiro,
Independente, Fabrício e outros clubes decidem participar da competição. O mais
importante é iniciar a disputa.
SE não der regional, que seja municipal. Se não der para
pegar Uberlândia, Mamoré e Ituiutabana, que pegue Campo Florido, Frutal, Monte
Carmelo, Perdizes e etc. O importante é fazer a Liga do Triângulo, mesmo que não
seja profissional, decolar.
O Nacional perdeu Pelezinho para o Guarani de Divinópolis. E
daí? Cabe ao alvinegro conseguir um substituto à altura. Apesar do apelido,
Pelezinho não é nenhum Daniel Alves. Então, mãos à obra.
Fiquei sabendo ontem que há divergência entre a comissão
técnica e diretoria de futebol do Nacional. Que bom que há divergências. Elas certamente farão os dois lados
crescerem. Não pode haver é briga, cara feita, beicinho.
Atletas, comissão técnica e dirigentes, entretanto, precisam
saber que estão construindo um time de futebol profissional. Assim, condição
física, compromisso com o clube e com os colegas é muito importante. No Naça,
todos são investidores. Então, todo mundo vai ter que se doar em favor do grupo. São seis, sete meses que podem valer
toda uma carreira, toda uma vida.
Não haverá prorrogação. A Federação Mineira anuncia para
sexta-feira o prazo final das inscrições para a Taça Minas Gerais. Falem até
sexta ou se calem para sempre. Acho que uma coisa não tem nada a ver com a
outra e a disputa da Taça Minas é obrigação do Uberaba Sport, havendo ou não
Copa Triângulo ou coisa que o valha.
A FMF confirmou também que a Terceirona começa na primeira
quinzena de agosto. Entretanto, ainda não divulgou quem são os participantes.
A Federação também está com inscrições abertas para
interessados em participar do curso de árbitros. Taí uma boa oportunidades para
os novos talentos da arbitragem uberabense. Aliás, deveria haver muita
divulgação e estímulo neste sentido por parte da Liga Uberabense de Futebol,
Secretaria Municipal de Esportes e etc.
O presidente do Uberlândia queria R$ 500 mil, mas só
conseguiu R$ 290 para a disputa da Taça Minas. Tá valendo tudo na cidade
vizinha para arrecadar. Rifa, publicidade em site, festa, venda de camisa e
tudo mais. Isso se chama trabalho. Né rainha da Inglaterra?
Tem gente que deve estar revirando no túmulo com o gol de
letra de Thiago Pereira na partida entre Ipatinga e Asa pela Série “D” do
Brasileiro. O jogador poderia ter atuado pelo USC no Mineiro 2012, mas aí
faltou um dinheirinho, que sobrou para a contração de Clodoaldo. Deu zebra!
Pé quente sim! Lambe botas jamais!
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