A coró tá sanha. A fêmea do bicho-do-pau-podre deu as caras no Campeonato Mineiro. Não é que o Atlético Mineiro experimentou um pouco do próprio veneno. O árbitro alagoano Francisco Carlos Nascimento não viu e o bandeira também, mas a bola no lance que originou o gol de empate do América não tocou em nenhum jogador do Galo. O erro possibilitou o empate do América no último lance do primeiro jogo decisivo do Campeonato Mineiro.
O mais legal foi ouvir o técnico Cuca dizendo que precisamos valorizar os árbitros mineiros. Cuca até admitiu: eles erram, mas são erros como de quaisquer outros juízes de futebol. Como diz Paulo Luciano Deodato, o árbitros mineiros já erraram muito mais do que hoje, principalmente porque a TV tem marcação cerrada e já hora de acabar com essa palhaça de árbitro mineiro não poder apitar decisões da competição estadual.
No próximo jogo, quando o Atlético continua precisando de apenas um empate para ficar com o título André não joga. Guilherme é o único atacante de ofício. A coró tá
sanha mesmo, como pode um time do quilate do Galo tem apenas um atacante de ofício. Se fosse o Cuca, metia o Rever de centroavante e pronto.
O Atlético justificou o melhor desempenho do América no primeiro jogo devido ao cansaço. América descansou a semana inteira, enquanto o Galo teve pela frente um pesadelo chamado Goiás.
Sem André, o técnico Cuca chora não ter repetido uma escalação sequer nesta temporada. Em algumas das oportunidade, entretanto, todo mundo sabe que foi por invencionice do próprio Cuca. Ontem, o treinador inovou ao sair jogando com três zagueiros.
O uberabense Carlos César entrou bem no jogo. Se não brigar pela vaga de titular durante a semana, certamente terá uma nova chance de entrar na decisão no próximo domingo.
Tô garrando uma raiva da torcida do Atlético. Cobrança do torcedor é normal e ele tem toda razão em cobrar. Mas, o que estão fazendo com Richarlysson é perseguição, discriminação. Acho que dificilmente ele fica para o brasileiro. Azar do Galo que perderá um bom jogador.
Felipe Souto e Neto Berolla não jogam a próxima partida do América. Lendro Donizetti ainda pode se recuperar e atual na decisão diante do Méquinha. No América, Dudu tomou o terceiro cartão amarelo e não joga. O zagueiro Adeílson fica à disposição de Givanildo.
Em Belo Horizonte continuam as expectativas em relação à contratação de Diego Furlan pelo Atlético Mineiro. É interessante a chegada de uruguaios, argentinos, paraguaios, chilenos e etc. para o futebol brasileiro. Nos tempos áureos, nossos clubes sempre contavam com os hermanos em suas formações.
Torcedor de Belo Horizonte ou desacostumou ou perdeu o gosto pelo futebol. Apenas 14.543 pagantes no jogo Atlético e América. A renda foi de quase R$ 600 mil, mas eu esperava lotação completa no novo Independência. Como não é mais um esporte de massa, acredito que os clubes deveriam investir em conforto para os torcedores no espetáculo futebol.
Vi ontem no Terceiro Tempo, matéria sugerindo Pep Guardiola à frente da Seleção Brasileira. O que não é para ficar com Mano Menezes. Felipão, Murici e até Guardiola são bem-vindos.
Tenho notado nos jogos do Santos que Neymar tem incorporado as famosas arrancadas protegendo a bola de Méssi. O craque do Peixe parece querer mostrar que também pode fazer as jogadas do melhor do mundo. Espelhar nos bons é sempre muito bom.
Falar nisso, será que não tem um jeito nacionalizar Deco, do Fluminense. O jogador está sobrando e não seria ruim tê-lo na Seleção Brasileira. Se podem fazer isso com os nossos jogadores lá fora, por que não podemos faze-lo?
Com a vitória de 3 a 0 sobre o Guarani, o Santos praticamente liquidou a fatura. O Bugre foi valente, mas pesou a categoria dos santistas. O Fluminense não deixou por menos. Fez 4 a 1 no Botafogo e também está com a mão na taça.
Naça e Triângulo Mineiro estão nas finais do Campeonato de Juniores. A competição já é considerada uma das melhores da categoria nos últimos tempos. Uma ressalva apenas. E no segundo semestre, onde estarão nossos atletas?
Conforme divulgado pelo Jornal Correio de Uberlândia, o artilheiro do Uberlândia Esporte Clube na Taça São Paulo de Futebol Júnior com três gols, Stéfano Yuri, pode transferir-se para o Santos. O jogador de 18 anos tem contrato com o Uberlândia até o final do ano.
Para liberar o jogador, o presidente Guto Braga estaria exigindo 20% dos direitos econômicos do jogador em caso de futuras negociações. Os outros 80% ficariam com o Santos. E o tal negócio, cobra que não anda não engole sapo e quem fica parado é poste.
Questiono se não seria o caso de Uberaba Sport e Nacional participarem da Taça BH de Futebol Jr. Conforme o calendário da FMF, a Taça BH está prevista para o período de 18 de julho a 05 de agosto. Resta muito tempo para buscar patrocinadores e organizar a participação. Já pensou que bacana se Triângulo, Nacional, Uberaba Sport e outros clubes que tiverem interesse se unissem e disputassem a competição como Cidade de Uberaba?
Hoje não dá para fazer futebol sem apoio integral da comunidade. No jogo entre Mamoré e Araxá, ontem, prefeito e deputados de Araxá acompanharam a partida. Uniram-se em torno do Ganso. Exemplo a ser seguido. Se prefeito, deputados, vereadores e comunidades unirem-se é possível fortalecer o futebol de Uberaba. O Amador só é forte na cidade porque consegue promover esta união.
Transcrevo informação recebida do empresário Roberto Tibúrcio: "Meu amigo e gente da melhor qualidade Orlando Rosca, comentarista de Rádio em Divinópolis e ex-preparador físico, confirmou que o Guarani irá disputar a Série D". Ainda conforme informação de Tibúrcio, Rosca deverá ser o gerente de futebol do Bugre.
Na Portuguesa Santista, Nenê Belarmino terá a chance de mostrar se o errado em Uberaba foi ele, ou a diretoria. Vamos ficar de olho na Lusa praiana. No clássico contra o São Vicente, Nenê levou a pior. A Lusa perdeu por 3 a 2, mas, clássico é clássico.
Nunca tinha pensado nisso. Uberlândia é muito maior que Uberaba, mas tem segundo pesquisas 50% de forasteiros (acho que é bem mais). Isso pode responder por quê o futebol da cidade vizinha, não consegue competir com Uberaba, Araxá, Patos de MInas. A torcida do UEC não parece tão fiel como dos outros times da região. O mesmo raciocínio pode valer para os clubes de Ribeirão Preto. É preciso ter tradição no futebol.
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Pé quente sim! Lambe botas jamais!
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