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terça-feira, 6 de março de 2012

DE PRIMEIRA – PERIQUITO COME MILHO E PAPAGAIO LEVA A GRANA


Estagiários nele! Buemba! Buemba! O técnico Nenê Belarmino está precisando de um auxiliar. Pode ser um garoto para mandar recados. É que no Uberaba Sport a grana está mais curta do que perna de cobra. O negócio é pedir ajuda às cartas ou aos universitários. Não é 51, mas é uma boa idéia. Hoje em dia, apertou chama o estagiário. Tá na moda. É mão-de-obra barata, bom para clube, bom para a moçada e bom para o sr. que, de nenê, não tem nada. Tá bem velhinho.

Sem prejuízo. Se fizerem uma entrevista, é possível encontrar gente para fazer as anotações, acompanhar o time da arquibancada e trocar idéias com o técnico colorado. É um a caso a se pensar. Poderiam começar pelas categorias de base e depois chegarem ao profissional. Talvez a idéia não possa ser implementada este ano, mas serve para 2012, tomara Deus, ainda na 1ª. Divisão. Como USC não gosta muito de ficar por baixo, pode ser que queira profissionais já formados. Não deve ser difícil achar no mercado gente disposta a mostrar serviço, arregaçar mangas e vencer na vida.

Para o Naça. A dica vai para o Uberaba, mas também serve para o Nacional na terceirona. Luiz Alberto Medina, tenho impressão, já pensou nisso. É possível sim fazer trabalho de time grande nas equipes do interior, basta buscar o profissional no lugar certo. Acredito que também pode ser interessante para as Universidades propiciarem este tipo de estágio a seus estudantes.

Novo time. O técnico Nenê Belarmino, mantido no cargo, está tentando montar um novo time. Depois de quatro jogos mantendo a mesma equipe vai mudar porque o colorado ao invés de ir em frente, engatou marcha-a-ré. E ao que tudo indica a mudança começa no ataque, onde Clodoaldo ainda não disse a que veio.

Papai Noel. Por falar em Clodoaldo o grandalhão revela: não ganha tudo isso que estão falando. É isso que dá a falta de transparência. Se a diretoria abrisse o jogo evitaria este tipo de confusão. Aliás, tem três coisas nas quais não acredito: papai Noel, parceria com time da capital e contratação de medalhões. Futebol é jogo de equipe e não dá para ter coesão onde periquito come milho e papagaio leva a grana.

Difícil. O técnico Nenê Belarmino tem mesmo uma missão difícil. Ele já arrumou a casa em outras ocasiões e livrou o time do rebaixamento. O problema é que nas vezes anteriores, a confusão não tinha sido aprontada por ele mesmo. É como procurar agulha no palheiro ou fio da meada. Se conseguir fazer o time entrar com 11, de verdade, em campo, já meio caminho andado.

De verdade. A Caldense empatou em 1 a 1 com o Democrata de Valadares e já soma 7 pontos na tabela de classificação. A campanha não é das melhores, mas o time de Poços já está cantando de Galo: quer chegar ao G4. Acho que pela primeira vez nos últimos 3 anos teremos um jogo de verdade entre USC e Caldense. O zero de zero de 2010 foi muito ruim, parecia jogo de compadres e ninguém fez mal a ninguém. O 1 a 1 de 2011, em Poços de Caldas, parece ter sido pior ainda. Pra variar, o goleirão Fernando falhou. Segundo comentários, o USC poderia ter até goleado, mas Birigui recuou o time e cedeu o empate.

Efeito TV! A gente ouve cada uma. Se vencer o jogo contra a Caldense, o USC chegará aos 7 pontos em 18 disputados e não terá nem 39% de aproveitamento. E há quem considere isso uma maravilha. Qual escola aprova com 39% de aproveitamento? Mesmo se vencer o jogo, o USC continuará na recuperação e terá de se esforçar muito para passar de ano. A seu favor o colorado tem os quatro jogos em casa no restante da competição. Contra Caldense e Guarani a torcida pode fazer diferença e contra Atlético e América, quem sabe o efeito televisão dá uma forcinha. É esperar para ver.

Dois times. Na tentativa de descobrir o que aconteceu com o Uberaba fica uma constatação. Existem dois times: um antes e outro depois do Carnaval.

Constatação. Tivesse o Uberaba Sport disputado e ganhado a Taça Minas como havia feito nos dois últimos, o time estaria hoje estreando na Copa do Brasil, em outro clima, com outros ânimos.

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