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segunda-feira, 9 de abril de 2012

DE PRIMEIRA – VOTO EM FERNANDO PARA TREINADOR DO COLORADO



Buemba! Buemba! Jogadores do Uberaba Sport Club não tiveram energia para correr os 90 minutos contra o América, mas sobrou alguma coisa para discussão, com ameaça de briga nos vestiários. Esqueceram dizer a eles que os adversários são outros e que ainda resta uma pequena luz no fim do túnel. É melhor pouparem energia para o jogo contra o Cruzeiro.



No chão. Noventa e nove entre cem torcedores do USC já jogaram a tolha: o time está mesmo rebaixado para o Módulo II em 2013. Mas ainda resta menos de 1% de chance e dá para se apegar a ela. Pelo menos esta é a obrigação.



Aceita!!!!! Por isso, entendo que a diretoria do Uberaba deveria aceitar o pedido de demissão do Catanoce. Bobagem esse negócio de querer que o técnico vá até o final. Já erraram uma vez com o Nenê Belarmino e duas vezes com o Catanoce. Ora, se o técnico acha que não mais o que fazer, não tem mais o que fazer e pronto.

Anticostitucional. O USC já era USC antes de Catanoce, Belarmino, , Birigui, Erick, Zparolli e companhia. Aliás, é até anticonstitucional. Todo mundo tem o direito de ir e vir. O Catanoce também.

Prorrogação. Sinceramente não acho que o técnico seja culpado pelo rebaixamento iminente do USC. Ele chegou para buscar solução contra o Guarani, já chegou tarde, devia ter vindo antes do jogo com a Caldense. Não deu certo, entregou o cargo e a diretoria já deveria ter aceitado. Prorrogou por mais duas semanas e deu no que deu. Que apego é esse a treinador? Agora ele entregou o cargo de novo. Que prejuízo teria o clube em aceitar? Não da para entender.


Comissão. Sugiro até uma comissão técnica para o USC contra o Cruzeiro. Ernani do lado de fora. Fernando e Gabriel dentro do campo.


Permanente. O Botafogo carioca recentemente trocou de técnico umas dez vezes, o pobre do Cuca perambulou para tudo quanto é lado até chegar ao Atlético Mineiro. Geninho deu voltas pelo país interior e o Celso Roth rodou tanto que até título mundial ganhou. Por que só aqui em Uberaba tem esse negócio de técnico permanente? Bobagem das maiores que já vi.


Briga. A briga nos vestiários do USC depois do jogo com América só comprova o que vinha dizendo. Não existe um grupo em BP (insisto em BP, mas sei que agora e CTCC, Centro de Treinamento Constatino Calapodopulus). É diretoria por um lado, torcedor por outro e os jogadores no cada um por si, sem Deus por todos. Estes são os ingredientes para o insucesso.

Sem violência. Não defendo que o USC seja violento quando digo que nos jogos contra Atlético e América, o grupo atuou como um “time de moças”. Faltaram pegada, força e ânimo. Sem isso, não dá para jogar futebol ou praticar qualquer outro esporte.

Fácil. Fico perguntando que moral o goleiro Fernando tem para dizer que tá cheio de gente sem vergonha no grupo? Mesmo porque dizer isso agora é muito fácil. Bonito seria sr. Fernando se o sr. dissesse isso e apontasse nomes antes de começar o Campeonato ou antes do jogo contra o Tupi em Juiz de Fora. Depois que a barca furou, o paciente está respirando por aparelhos, isso não tem importância alguma. Não dá para corrigir mais.


Tapete. Esconderam a sujeira debaixo do tapete até agora. Quando o time está praticamente rebaixado resolvem colocar para fora. Tenham paciência! Não é assim que se faz um grupo vencedor. Aliás, esta é mais uma razão para defender Fernando como um dos membros de uma comissão técnica do USC. Ele sabe quem são os “sem vergonha”. É só não escalar. Além disso, pode até jogar com luvas de boxe.

Menina. Por falar em briga, em queria eu queria estar perto só para ver o que a Janete Mara Arcanjo falou pro Tiago Marin. Para completar a péssima passagem do jogador por Uberaba, só faltava ele ter tomado uns tapas da moça. A menina encarou o Marin e não deu moleza não.


Torcida. Apenas mil torcedores testemunharam o jogo entre USC e América ao vivo no Uberabão. Os outros oito, do público de 1008 pagantes, eram torcedores do América. Se dependesse de torcida, o USC era a terceira força do futebol de Minas, sem dúvida alguma.

Limonada. Tomara que o Nacional dispute a terceirona e suba para o Módulo II do Mineiro. Assim, em 2013, teremos pelo menos três clássicos do Triângulo. Talvez seja possível, Uberaba, Uberlândia e Nacional fazerem do limão uma limonada. Talvez o rebaixamento do USC, seja o início do fortalecimento do futebol do Triângulo. Boas idéias existem aos montes, só faltam os dirigentes colocarem em prática.


Política. “Cá prá nóis”, também falta vontade política. Se prefeitos, deputados, empresários e meios de comunicação de Uberaba, Uberlândia, Araxá, Patos de Minas, Ituiutaba, Araguari dá para fazer um Triângulo forte também no esporte. Tudo começa pela base. Quem sabe a independência do Triângulo não começa pelo esporte?

Máster. Piadinha que ouvi ontem pelas ruas da cidade. Se fosse para jogar apenas 45 minutos, o USC poderia disputar o Mineiro com o Máster do Bonsuça.

Prêmio. Estive ontem com Rui Rezende. Ele está prestes a completar 30 anos à frente das equipes de base do Nacional. Revelou o jogador mais premiado de Uberaba nos últimos tempos e continua realizando seu trabalho com a maior humildade possível. RR é um dos muitos heróis desta cidade. Merece um busto em JK.

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Pé quente sim! Lambe botas jamais!





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